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Informativo Diário

04/09/2019

MERCADO DE SOJA VOLTA DO FERIADO NOS EUA COM PREÇOS PRATICAMENTE INALTERADOS E SEM REGISTRO DE NEGÓCIOS RELEVANTES NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja permaneceu em ritmo lento nas diversas praças de negociação do país. Chicago e dólar tiveram um dia de ligeiras perdas, encerrando praticamente estáveis. Depois do feriado do Dia do Trabalhos nos EUA, o mercado da soja retoma seus negócios de forma lenta, sem registro de volumes relevantes negociados ao longo do dia no país.

RS: registro de cotações de estáveis a inferiores em um mercado com negócios razoáveis. Rumores de aproximadamente 50 mil toneladas sendo movimentadas.

PR: mercado com preços estáveis em mais um dia de negociações isoladas. Região portuária com indicação mantida a R$ 88,00 para entrega e pagamentos curtos.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT),os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, em queda no farelo e em alta no óleo na terça-feira Nas posições spot, as perdas foram de 0,05% no grão e de 0,44% no farelo, e ganhos de 0,80% no óleo.

• A falta de acordo comercial entre China e Estados Unidos foi o fator que predominou na maior parte do dia e impactou negativamente sobre as cotações.

• O resultado das inspeções de exportação semanais dos Estados Unidos foi positivo e limitou as perdas. Na parte da tarde, algumas posições até ensaiaram uma recuperação. Mas o clima favorável ao desenvolvimento às lavouras contribuiu para as perdas ao final do dia.

• As inspeções de exportação indicaram cerca de 800 mil toneladas para a China - além de ficarem acima da expectativa dos analistas.

• As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 1.281.426 toneladas na semana encerrada no dia 29 de agosto, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).


CHINA O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que as negociações comerciais com a China estão indo bem, e que se ele for reeleito um acordo entre os dois países será muito mais difícil, enquanto uma nova administração prejudicaria os norte-americanos. "Estamos indo muito bem em nossas negociações com a China", disse Trump, em uma mensagem no Twitter. O presidente relacionou o impasse comercial com as eleições presidenciais norte-americanas, que serão realizadas em novembro de 2020. Trump é pré-candidato à reeleição. O novo presidente tomará posse em janeiro de 2021. "Embora eu tenha certeza de que eles gostariam de lidar com um novo governo para continuar sua prática de 'prejudicar os Estados Unidos' (US$ 600 bilhões/ano), 16 meses a mais é muito tempo para causar hemorragia em empregos e empresas a longo prazo", disse o presidente.


CÂMBIO O dólar comercial fechou com ligeira queda de 0,07% no mercado à vista, cotado a R$ 4,1810 para venda, depois de recuar por praticamente toda sessão em viés de recuperação, após ontem fechar na cotação máxima do ano - a R$ 4,1840 - e com investidores digerindo os números da atividade industrial nos Estados Unidos e aqui. Na abertura dos negócios, a aversão ao risco prevalecia em meio à instabilidade nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China e às discussões no retorno das atividades do parlamento britânico sobre o Brexit - acordo de saída do Reino Unido da União Europeia (UE). O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, defende que o país saía da UE até 31 de outubro sem acordo, porém, pretende obedecer a lei caso o Parlamento vote por impedir a saída sem conversas com o bloco econômico.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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