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Informativo Diário

12/12/2019

COM CHICAGO E DÓLAR EM QUEDA, PREÇOS DA SOJA RECUAM E COMERCIALIZAÇÃO PERMANECE EM RITMO LENTO

Na quarta-feira, o mercado interno de soja esteve pouco agitado nas diversas praças de negociação do país. Encerrando uma sequência de seis pregões consecutivos de alta, a oleaginosa fechou no campo negativo em Chicago. A moeda norte-americana também encerrou com perdas significativas, fechando no menor valor em mais de um mês e contribuindo para o recuo dos preços no mercado doméstico. Com isso, as cotações seguem pouco atrativas e os negócios com soja permanecem escassos no país.

RS: os preços voltaram a recuar e o mercado encerrou novamente em ritmo lento no estado. Na região portuária, na melhor parte do dia, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 90 por saca CIF para embarque e pagamento curtos, mas poucos lotes foram comercializados.

PR: dia de pouca movimentação e preços nominais. Na região oeste do estado, as indicações estavam na faixa de R$ 83 por saca para embarque e pagamento curtos, mas sem contrapartida de vendas.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão e no óleo, e mistos no farelo na quarta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,85% no grão, 1,21% no farelo e de 0,76% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato janeiro/20 atingiu a máxima de US$ 9,02 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,9350 por bushel, com queda de 7,75 pontos. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de até 6 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 operava com perdas de 5,75 pontos, com negócios a US$ 9,0975 por bushel.

• Após seis sessões de alta, os agentes optaram por realizar lucros.

• Nem mesmo a confirmação de venda de 585 mil toneladas de produto dos Estados Unidos para a China conteve o movimento de correção. Essa aquisição já era esperada pelo mercado. Os participantes aguardam agora novidades sobre um possível acordo preliminar entre chineses e americanos em busca de um acordo comercial.


CHINA Entre setembro e novembro, as importações chinesas de soja norte-americana aumentaram 13 vezes quando comparado a igual período do ano passado, baseado nos dados de balança comercial de ambos países. As informações partem da CNBC. Na segunda metade do ano passado, as exportações de soja norte-americana para a China caíram substancialmente, reflexo das retaliações impostas pela China. Como resultado, todas as compras chinesas de soja nos EUA neste ano ocorreram através de acordos específicos, fora dos canais comerciais normais, com incidência de tarifas retaliatórias de cerca de 30%.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com queda de 0,65%, sendo negociado a R$ 4,1220 para venda e a R$ 4,1200 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1110 e a máxima de R$ 4,1440. A divisa norte-americana encerrou no menor valor de fechamento em pouco mais de um mês, após o Federal Reserve (Fed, o banco central norteamericano) manter a taxa de juros na faixa entre 1,50% e 1,75% ao ano e sinalizar que deverá seguir com a taxa inalterada em 2020. Daqui a pouco, o mercado local saberá os passos do Banco Central brasileiro.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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