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Informativo Diário

20/08/2019

SOJA INICIA SEMANA COM PREÇOS FIRMES, MAS COMERCIALIZAÇÃO SEGUE LENTA

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana pouco agitado nas diferentes praças de negociação do país. A moeda norteamericana voltou a avançar, atingindo o maior patamar desde 20 de maio deste ano. Entretanto, em Chicago, a oleaginosa registrou perdas significativas de até 13,25 pontos nos principais vencimentos. Diante disso, os agentes seguem cautelosos e volumes pouco relevantes foram negociados ao longo do dia no país.

RS: registro de preços mais fracos na safra nova em um mercado com negócios isolados, sem volumes relevantes sendo anotados ao longo do dia.

PR: mercado com cotações de estáveis a mais altas no disponível, em sua maioria ficando apenas nominais.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão, no farelo e no óleo na segunda-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 1,52% no grão, de 0,98% no farelo e de 1,54% no óleo.

• A previsão de clima favorável ao desenvolvimento das lavouras americanas em um período crítico para a definição da produtividade e as incertezas quanto a um acordo comercial entre Estados Unidos e China pressionaram o mercado.

• O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse hoje que o país não está pronto para chegar a um acordo tarifário com os chineses, fato que acentuou as perdas.


CHINA As negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China vão continuar por teleconferência na próxima semana, e podem se tornar presenciais depois disso, afirmou o assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow. Segundo ele, em entrevista à "Fox News" ontem, a delegação norteamericana teve uma conversa "bem-sucedida" com os chineses pelo telefone. "Eles concordaram com a equipe chinesa que seus representantes se reunirão por teleconferência na próxima semana ou em dez dias", disse Kudlow. "Se as reuniões desses representantes se concretizarem, como esperamos que sejam, e possamos ter uma renovação substantiva das negociações, então estamos planejando que a China venha para os Estados Unidos e se reúna com nossos diretores para continuar as negociações", afirmou.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em forte alta de 1,59% no mercado à vista, cotado a R$ 4,0690 para venda, no maior valor desde 20 de maio - quando encerrou em R$ 4,1050 - em sessão negativa para as moedas de países emergentes. A espera de investidores pelas atas de bancos centrais e declarações de dirigentes deixam o mercado cauteloso. "Foi dia de forte aversão ao risco ainda na esteira da guerra comercial entre Estados Unidos e China, e com investidores à espera das falas dos bancos centrais dos Estados Unidos e da Europa ao longo da semana com a expectativa de sinais sobre os próximos da política monetária no próximo mês", comenta a analista da Toro Investimentos, Luana Nunes.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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