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Informativo Diário

19/09/2019

COM COTAÇÕES PRATICAMENTE ESTÁVEIS, COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA SEGUE EM RITMO LENTO NO PAÍS

Na quarta-feira, o mercado interno de soja permaneceu pouco agitado nas principais praças de negociação do país. Com Chicago e dólar em direções opostas, as cotações encerraram predominantemente estáveis no mercado doméstico. A moeda norte-americana fechou com a maior alta em aproximadamente duas semanas, mas a oleaginosa recuou quase na mesma proporção em Chicago, o que manteve os agentes distantes das negociações.

RS: segundo rumores, aproximadamente 15 mil toneladas foram negociadas ao longo do dia no estado. As cotações encerraram de estáveis a mais baixas.

PR: não houve mudança nas cotações e o mercado segue calmo no estado.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão e no farelo, e mistos no óleo na quartafeira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,55% no grão e 0,85% no farelo, e ganhos de 0,06% no óleo.

• O mercado voltou a realizar parte dos lucros acumulados recentemente.

• A forte baixa do petróleo - que já recua cerca de 2% em Nova York - e a previsão de clima favorável em importantes regiões produtoras dos Estados Unidos contribuem para a correção.

• O mercado também espera novidades sobre as negociações entre China e Estados Unidos, que marcou avanço na semana passada e garantiu os ganhos da semana anterior, com os chineses comprando 720 mil toneladas no mercado americano.

• Os agentes também avaliam a decisão do Federal Reserve que cortou a taxa básica de juros dos Estados Unidos em 0,25 ponto percentual, confirmando a expectativa do mercado.


CHINA O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que um acordo comercial com a China será alcançado em breve, talvez antes das eleições presidenciais de 2002, e que depois disso será muito mais difícil chegar a um entendimento. "Eles estão começando a comprar nossos produtos agrícolas", disse Trump a repórteres, ao ser questionado sobre as negociações comerciais com a China. "Eu acho que haverá um acordo em breve, talvez antes das eleições, ou um dia após as eleições. Se for depois das eleições, será um acordo como você nunca viu, será o maior acordo de todos e que a China conhece", acrescentou o presidente.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,26% no mercado à vista, cotado a R$ 4,0790 para venda, depois de oscilar em alta em boa parte do pregão, reagindo ao alívio no exterior após a Arábia Saudita comunicar que a produção de petróleo no país voltará ainda neste mês após ataques à uma petrolífera estatal no fim de semana. Além disso, o presidente norteamericano voltou a afirmar que chegará a um acordo com a China. No meio da tarde, o presidente Donald Trump declarou que um acordo comercial entre os Estados Unidos e a China será alcançado "em breve, talvez antes das eleições presidenciais de 2020", já que após o período poderia ser mais difícil de chegar a um entendimento. "A fala do Trump ampliou o sentimento de tranquilidade dos investimentos e apagou a alta da moeda", comenta o diretor da corretora Mirae Asset, Pablo Spyer.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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