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Informativo Diário

02/03/2020

DÓLAR TEM 8ª ALTA SEGUIDA, PREÇOS DA SOJA AVANÇAM E BONS NEGÓCIOS SÃO REGISTRADOS NO PAÍS

Na sexta-feira, o mercado interno de soja encerrou a semana com boa movimentação nas diferentes praças de negociação do país. O dólar segue avançando e enfileirou a oitava alta consecutiva, renovando a máxima histórica de fechamento pela sétima sessão seguida e possibilitando melhores negócios com soja no país. Nos portos, as cotações já atingem os níveis de R$ 93/saca na safra nova. Segundo informações, aproximadamente 450 mil toneladas de soja trocaram de mãos ao longo do dia no país. Os trabalhos de colheita da nova safra brasileira de soja, apesar das chuvas, continuam com avanço moderado e chegam a 39,6% da área total esperada.

RS: cotações de estáveis a mais altas e boa movimentação. Na região portuária, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 92/saca CIF para embarque no mês de maio/21 e pagamento em meados de junho/21. Segundo rumores, aproximadamente 120 mil toneladas de soja trocaram de mãos no estado ao longo do dia.

PR: bom volume de negócios e cotações de estáveis a mais altas no estado. Na região portuária, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 93/saca CIF para embarque no mês de fevereiro/21 e pagamento em meados de março/21. Ao todo, cerca de 150 mil toneladas de soja foram comercializadas no estado.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão e no óleo, e mistos no farelo na sexta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,31% no grão e de 1,80% no óleo, e ganhos de 0,57% no farelo. No melhor momento do dia, o contrato março/20 atingiu a máxima de US$ 8,8725 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,8350 por bushel, com queda de 2,75 pontos. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de até 3,75 pontos nos principais vencimentos. O vencimento maio/20 operava com perdas de 2,75 pontos, com negócios a US$ 8,9225 por bushel.

• Na semana, o resultado ainda foi negativo, com queda de 0,69% na posição março. Fevereiro teve valorização de 0,68%.

• O mercado fechou acima das mínimas do dia, mas foi pressionado durante todo o dia pelas preocupações em torno do impacto do coronavírus sobre a economia mundial. Participantes se mostraram céticos sobre o cumprimento das medidas acertadas entre China e Estados Unidos na fase 1 do acordo comercial no final do ano passado.

• A suspensão das exportações argentinas limitou as perdas do grão, mas sustentou as cotações do farelo de soja. Já o óleo de soja foi pressionado pela queda do petróleo e das cotações do subproduto da palma na Malásia.


CHINA Desde ontem, o número de mortes na China causadas por infecção pelo novo coronavírus subiu em 44, para 2.788, de acordo com a Comissão Nacional de Saúde do país, em comunicado. Ao todo, 78.824 casos foram confirmados em 31 províncias chinesas, e há 2.308 casos suspeitos. Segundo as autoridades de saúde do país, 41 das novas mortes relatadas ocorreram na província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan, epicentro do surto de coronavírus. Apenas em Wuhan foram confirmadas 28 novas mortes. Além disso, entre os 327 novos casos confirmados na China, 318 ocorreram em Hubei. Ao todo, 65.914 pessoas testaram positivo para o vírus na província e, deste total, 48.137 pacientes estão na capital Wuhan.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,15%, sendo negociado a R$ 4,4840 para venda e a R$ 4,4820 para compra, renovando a máxima histórica registrada ontem, quando fechou a R$ 4,4770 para venda. Durante o dia, a moeda norteamericana oscilou entre a mínima de R$ 4,4770 e a máxima de R$ 4,5150. Na semana, o dólar registrou alta de 2,04%, enquanto, no mês, apresentou avanço de 4,59%. A divisa norte-americana segue avançando e engatou a oitava alta seguida e renovou a máxima histórica de fechamento pela sétima sessão seguida, em meio ao avanço do coronavírus fora da Ásia, no qual atinge 49 países e consequentemente, eleva o temor do mercado em relação aos impactos econômicos no primeiro trimestre do ano. Perto do fim da sessão, um comunicado emitido pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) "tranquilizou" os mercados no qual o presidente da autoridade monetária, Jerome Powell, declarou, em poucas palavras, que "agirá apropriadamente para apoiar a economia".


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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