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Informativo Diário

27/09/2019

PREÇOS DA SOJA FICAM PREDOMINANTEMENTE ESTÁVEIS E POUCOS NEGÓCIOS SÃO REGISTRADOS NO PAÍS

Na quinta-feira, o mercado interno de soja se manteve em ritmo lento nas diversas praças de negociação do país. A oleaginosa teve um dia bastante volátil em Chicago, encerrando com ligeiras perdas. O dólar também apresentou fortes oscilações e fechou com leve alta. Diante disso, os preços ficaram praticamente estáveis no mercado doméstico e somente negócios pontuais foram reportados ao longo do dia no país. Segundo rumores, cerca de 100 mil toneladas de soja foram negociadas na safra nova ao longo da semana na Bahia.

RS: os preços ficaram de estáveis a mais altos e poucos lotes foram negociados ao longo do dia no estado. Na região portuária, as indicações seguem na faixa dos R$ 87,50 para pagamento e entrega no mês de novembro. Rumores de aproximadamente 20 mil toneladas negociadas na sessão de hoje.

PR: as cotações avançaram no estado, mas não foram registrados negócios relevantes. Em Paranaguá, houve indicações na faixa dos R$ 88 para o mês de dezembro.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, e em queda no farelo e no óleo na quinta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,08% no grão, 0,81% no farelo e de 0,10% no óleo.

• Em dia muito volátil, o mercado não conseguiu sustentar os ganhos do início da sessão, garantidos pelos sinais de boa demanda chinesa pela oleaginosa americana.

• As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2019/20, com início em 1 de outubro, ficaram em 1.038.000 toneladas na semana encerrada em 19 de setembro. A China liderou as importações, com 391.400 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 800 mil a 1,3 milhão de toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos(USDA).

• Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 257.000 toneladas de soja para a China, com entrega na temporada 2019/20.

• No final da sessão, no entanto, fatores técnicos diminuíram os ganhos e reverteram algumas posições. Os operadores começam a se posicionar frente ao relatório de estoques trimestrais do USDA, que serão divulgados na quinta. Além disso, se espera por novidades sobre um possível acordo entre Estados Unidos e China.


CHINA O governo da China anunciou a compra de quantidades consideráveis de produtos agrícolas dos Estados Unidos e disse esperar progressos nas negociações comerciais entre os dois países, para chegar a um acordo. "Atualmente, os dois lados mantêm uma comunicação estreita e se preparam para o progresso positivo das consultas de alto nível", de acordo com o porta-voz do Ministério do Comércio da China, Gao Feng, em coletiva de imprensa regular. "As empresas chinesas estão atualmente conduzindo consultas e compras de produtos agrícolas dos Estados Unidos de acordo com o princípio de comercialização e regras da OMC, e já venderam soja e suínos em grande escala", acrescentou o porta-voz. Este mês, a China isentou soja, carne de porco e outros itens agrícolas norte-americanos de tarifas de importação.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,16% no mercado à vista, cotado a R$ 4,1620 para venda, em sessão de fortes oscilações influenciado pelo fluxo de saída de recursos estrangeiros e pelo exterior, com eventos que têm provocado ruído nos mercados como a guerra comercial entre Estados Unidos e China e as tensões políticas envolvendo o nome do presidente norte-americano, Donald Trump. Com isso, a moeda estrangeira acumula 30 pregões acima de R$ 4,00, na maior sequência acima deste patamar na história. "Os fatores externos têm prevalecido no câmbio aqui e a moeda não sustenta queda", comenta o economista e CEO da Veedha Investimentos, Rodrigo Tonon Marcatti. Na primeira parte dos negócios, o dólar renovou mínimas sucessivas no menor valor em uma semana, a R$ 4,1230 (-0,77%), na sequência, operou com forte volatilidade antes de firmar alta ante o real.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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