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Informativo Diário

03/02/2021

EM MAIS UMA SESSÃO NEGATIVA, PREÇOS DA SOJA RECUAM E MERCADO CONTINUA LENTO

Na terça-feira, o mercado interno de soja permaneceu lento nas diferentes praças de negociação do país. A commodity registrou mais uma sessão de forte volatilidade em Chicago, oscilando entre os níveis de US$ 13,41 e US$ 13,72 por bushel ao longo do dia. O câmbio teve um pregão bastante negativo, encerrando perto da mínima e abaixo de R$ 5,40. Com isso, os preços físicos recuaram e a comercialização segue travada no país.

RS: dia de queda nos preços e mercado travado. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de julho/21, indicações nominais até R$ 166 por saca. No interior do estado, indicações nominais entre R$ 162 e R$ 163 por saca CIF para embarque e pagamento dentro de janeiro, porém sem contrapartida de vendas.

PR: cotações recuando no estado e mercado vazio de ofertas. Para embarque e pagamento em meados de março/21, indicações de compra na faixa de R$ 162 por saca CIF na região portuária, também no melhor momento do dia. Na região oeste, indicações nominais na faixa de R$ 172 por saca no disponível, porém sem lotes significativos comercializados.


CHICAGO(CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão e no farelo, e em queda no óleo na terça-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,76% no grão, de 0,58% no farelo e de 1,44% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato março/21 do grão atingiu a máxima de US$ 13,72 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 13,5475/bushel. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de até 7,25 pontos nos principais vencimentos. O vencimento maio/21 operava com perdas de 7,25 pontos, com negócios a US$ 13,5525 por bushel.

• Em sessão bastante volátil, o grão, que mais cedo registrou fortes perdas, reduziu bastante a queda nas primeiras posições. Os contratos mais distantes, inclusive, já operam no território positivo. Um movimento de realização de lucros pressionou as cotações, em meio à força do dólar no mercado internacional. A proximidade da entrada da oferta do Brasil também pesou negativamente.


CHINA Há uma grande expectativa em torno da abordagem que o governo de Joe Biden adotará com a China. E, ao que tudo indica, esse mistério em torno da relação entre as duas maiores economias do mundo será mantido. Pelo menos por enquanto. "A China é uma parceira estratégica e queremos lidar com a China de uma posição de força", disse a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, em coletiva de imprensa, repetindo a mesma expressão usada na semana passada para se referir ao relacionamento dos Estados Unidos com Pequim.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em forte queda de 1,72% no mercado à vista, cotado a R$ 5,3540 para venda - no menor valor em uma semana - acompanhando o apetite global por risco e reagindo à vitória do governo federal no Congresso após os candidatos às presidências da Câmara dos Deputados e do Senado apoiados por Jair Bolsonaro vencerem o pleito, o que deve resultar em retomada da discussão da agenda de reformas.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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