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Informativo Diário

03/06/2019

CHICAGO E DÓLAR RECUAM E SOJA ENCERRA SEMANA COM PREÇOS MAIS BAIXOS

Na sexta-feira, o mercado interno de soja permaneceu em ritmo lento nas principais praças de negociação do país. Com a queda de até 11,25 pontos nos principais vencimentos em Chicago e a moeda norteamericana atingindo R$ 3,9110 ao longo do pregão, as cotações da oleaginosa voltaram a recuar no mercado doméstico. Diante disso, tendo aproveitado os bons momentos da semana, os agentes mantêm a cautela e aguardam melhores oportunidades para voltar a negociar.

RS: mercado permanece lento e as cotações ficaram de estáveis a mais baixas. Segundo rumores, aproximadamente 30 mil toneladas foram negociadas ao longo do dia no estado.

PR: preços recuando e mercado segue pouco agitado. Não foram reportados negócios relevantes ao longo do dia.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão, no farelo e no óleo nesta sexta-feira. Nas posições spot, perdas de 1,26% no grão, de 1,86% no farelo e de 0,68% no óleo.

• Após acumular ganhos durante a semana, o mercado realizou lucros. A imposição de tarifas ao México, segundo maior importador de grãos dos Estados Unidos, contribuiu para a correção.

• O governo dos Estados Unidos aplicará uma tarifa de 5% aos produtos importados do México a partir de 10 de junho, e deixará a tarifa em vigor enquanto houver imigrantes ilegais entrando em território norte-americano a partir do país vizinho, afirmou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

• "Em 10 de junho os Estados Unidos vão impor uma tarifa de 5% sobre todos os bens entrando no nosso país a partir do México, até o momento em que os imigrantes ilegais vindos do México para o nosso país PAREM", disse Trump em sua conta no Twitter. "A tarifa vai aumentar gradualmente até que o problema da imigração ilegal seja remediado, então as tarifas serão removidas", acrescentou.

• O clima nos Estados Unidos e o efeito das condições sobre o plantio nas regiões produtoras do país seguem no foco do mercado. Em alguns momento, os contratos retornaram ao território positivo em meio às dúvidas sobre o potencial produtivo americano.


CHINA A China planeja criar uma lista de empresas estrangeiras e outras entidades que o governo considera não confiável, cerca de duas semanas após os Estados Unidos colocarem a empresa chinesa Huawei em uma lista negra, impedindo-a de fazer negócios com companhias norteamericanas. "Empresas estrangeiras, organizações e indivíduos que falharem em cumprir regras do mercado, que desviarem de contratos e impuserem um bloqueio ou confisco de empresas chinesas para fins não comerciais, que prejudicam seriamente os direitos e interesses das empresas chinesas, serão incluídas na lista de entidades não confiáveis", disse o porta-voz do Ministério do Comércio da China, Gao Feng, em coletiva de imprensa.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 1,38% no mercado à vista, cotado a R$ 3,9250 para venda - renovando mínimas sucessivas - refletindo o movimento técnico de desmonte de posições e fluxos comuns em fim de mês, se descolando do exterior onde prevaleceu a aversão ao risco em reação à escalada da guerra comercial, agora, entre Estados Unidos e México após o governo norte-americano anunciar a tarifação de 5% sobre produtos mexicanos como forma de conter a imigração ilegal. Na semana, a moeda estrangeira se desvalorizou 2,29% frente ao real. "O avanço dos trabalhos legislativos nesta semana reforçou a perspectiva mais favorável para a agenda de reformas. O desempenho da moeda brasileira refletiu esses avanços e apreciou mais do que as outras dos países emergentes", avalia a equipe econômica do Bradesco.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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