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Informativo Diário

02/10/2019

SOJA FECHA NO MAIOR NÍVEL DESDE JULHO EM CHICAGO E COTAÇÕES SEGUEM AVANÇANDO NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja manteve o ritmo moderado nas principais praças de negociação do país. Com alta de até 13,5 pontos nos principais vencimentos em Chicago, os preços da oleaginosa tiveram mais um dia de importantes ganhos no mercado doméstico. A firmeza do dólar também contribuiu para o avanço das cotações. Apesar do leve recuo dos prêmios, o tripé de formação de preços segue oferecendo boas cotações e negócios razoáveis têm sido reportados. Segundo informações, ao menos 200 mil toneladas de soja trocaram de mãos ao longo da sessão no país.

RS: os preços permanecem avançando no estado, mas poucos lotes seguem sendo negociados. Na região portuária, as indicações permanecem na faixa dos R$ 88,50 para pagamento e entrega no mês de novembro.

PR: segundo rumores, aproximadamente 100 mil toneladas de soja paranaense trocaram de mãos ao longo do dia no estado. As cotações encerraram novamente mais altas. Em Paranaguá, houve indicações na faixa dos R$ 89 para o mês de dezembro.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, em alta no farelo e em queda no óleo na terça-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 1,49% no grão e 2,77% no farelo, e perdas de 0,55% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/19 atingiu a máxima de US$ 9,20 por bushel, mas acabou fechando um pouco abaixo deste patamar. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 9,1950/bushel, com alta de 13,50 pontos. Por volta das 13h (horário de Brasília), a soja operava com ganhos médios de 5,8 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 subia 6,25 pontos, com negócios a US$ 9,3625/bushel.

• O mercado ampliou os ganhos da segunda-feira, quando subiu aproximadamente 23 pontos, encerrando em seu melhor patamar desde 19 de julho deste ano.

• O mercado dá continuidade ao movimento positivo diante das condições climáticas adversas no cinturão produtor dos Estados Unidos, entre outros fatores. A previsão de chuvas e atraso na colheita nas regiões produtoras dos Estados Unidos, os rumores de novas aquisições chinesas de produto americano e um movimento de cobertura de posições vendidas compuseram um quadro extremamente favorável aos preços, que subiram firme pela segunda sessão consecutiva.


CHINA As empresas norte-americanas continuam buscando isenções na aplicação de tarifas sobre uma série de importações chinesas, incluindo peixe congelado, móveis, cosméticos e outros produtos, tendo em vista o novo aumento das taxas previstas para o dia 15 de outubro. As informações são da agência de notícias "Dow Jones". Mais de 2,5 mil empresas pediram ao governo de Donald Trump para excluir cerca de 31 mil produtos ontem, quando expirou o prazo para a apresentação de pedidos, a fim de isentar-se das tarifas à US$ 200 bilhões em produtos importados da China introduzidas no ano passado. Em suas solicitações ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, as empresas argumentam que são incapazes de encontrar substitutos para os produtos chineses ou que isso implicaria em custos proibitivos.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,16%, sendo negociado a R$ 4,1630 para venda e a R$ 4,1610 para compra. Durante o dia, a moeda norteamericana oscilou entre a mínima de R$ 4,1540 e a máxima de R$ 4,1860. Os ganhos da moeda norte-americana foram influenciados pelo exterior mais negativo para moedas de países emergentes, além dos dados da indústria mais fracos nos Estados Unidos, o que pode refletir nos próximos passos do banco central norte-americano. Aqui, investidores monitoraram os avanços da reforma da Previdência no Senado.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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