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Informativo Diário

12/11/2019

COM FORTE QUEDA EM CHICAGO, MERCADO DE SOJA INICIA SEMANA COM QUEDA NOS PREÇOS E POUCOS LOTES COMERCIALIZADOS

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana em ritmo lento nas diferentes praças de negociação do país. Com perdas de até 14,5 pontos nos principais vencimentos em Chicago, as cotações da oleaginosa recuaram até R$ 1,50 no mercado físico. A moeda norte-americana também fechou em queda, contribuindo para a queda dos preços. Com preços menos atrativos, os agentes se distanciaram das negociações e não foram comercializados lotes relevantes ao longo do dia.

RS: as cotações iniciaram a semana de estáveis a mais baixas e o mercado esteve calmo no estado. Na região portuária, havia possibilidade de negócios a R$ 88 por saca para embarque no mês de maio/20 e pagamento no mês de junho/20.

PR: o mercado iniciou a semana pouco agitado e os preços recuaram no estado. Na região portuária, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 91,50 por saca para embarque imediato e pagamento no final do mês de dezembro, mas poucos lotes foram comercializados nesses níveis.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão, no farelo e no óleo na segunda-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 1,57% no grão, 1,41% no farelo e de 0,25% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/19 atingiu a máxima de US$ 9,1725 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 9,05 por bushel, com queda de 14,5 pontos. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de até 13,5 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 operava com queda de 13,25 pontos, com negócios a US$ 9,3075 por bushel.

• Os contratos encerraram perto das mínimas do dia, em meio ao cenário de dúvidas sobre um possível acordo entre Estados Unidos e China.

• A previsão de clima favorável à finalização da colheita nos Estados Unidos e os reflexos de um relatório baixista divulgado na sexta pelo Departamento de Agricultura daquele país completaram o cenário negativo.

• As exportações de soja em grão do Brasil renderam US$ 439,6 milhões em novembro (6 dias úteis), com média diária de US$ 73,3 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 1,198 milhão de toneladas, com média diária de 199,6 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 367,00.


CHINA A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China deve durar pelo menos até 2021, segundo mais da metade dos especialistas consultados pela consultoria FocusEconomics, mas um terço dos entrevistados acha que pode haver algum tipo de acordo final entre os dois países no ano que vem. "A China pode tentar ganhar tempo para conseguir mais concessões dos Estados Unidos e à espera de que uma potencial mudança no governo possa dar ao país uma posição melhor nas negociações", disse a FocusEconomics.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com queda de 0,62%, sendo negociado a R$ 4,1420 para venda e a R$ 4,1400 para compra e interrompeu uma sequência de três altas seguidas, em viés de correção local após forte valorização da moeda na semana passada, a 4,25%. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1380 e a máxima de R$ 4,1720. No exterior, o ambiente foi negativo para moedas de países emergentes com incertezas quanto a guerra comercial entre Estados Unidos e China.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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