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Informativo Diário

03/09/2019

SEM CHICAGO, SOJA TEM APENAS NEGÓCIOS PONTUAIS

Na segunda-feira, o mercado interno de soja ficou pouco agitado nas principais praças de negociação do país. Em virtude do feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos, a soja ficou sem seu principal referencial e não houve movimentação relevante ao longo do dia. O dólar encerrou com alta significativa, mas as cotações domésticas ficaram predominantemente inalteradas.

RS: mercado com preços inalterados em mais um dia de pouca movimentação. Apenas negócios com volumes pouco relevantes foram registrados.

PR: as cotações não oscilaram em um mercado com negócios isolados, sem grandes movimentações.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CBOT), não houve negociações devido ao feriado nacional norte-americano do Dia do Trabalho. As negociações retornam ao normal nesta terça-feira (3). • As compras de soja da China para outubro desaceleraram em meio à expectativa de um acordo entre Beijing e Washington. Traders esperam conversas entre os dois países na capital dos Estados Unidos em setembro. Até o momento, apenas 4 das 6,6 milhões de toneladas programadas foram compradas pelos chineses. • Além da espera por novidades na guerra comercial, as margens de esmagamento na China, atualmente, estão muito baixas. Os traders também estão preocupadas com a elevação da soja brasileira, que responde por 75% da demanda chinesa pela oleaginosa.


CHINA O principal regulador financeiro da China disse no fim de semana que intensificará medidas anticíclicas para combater a atual desaceleração econômica e os fatores contrários vindos da guerra comercial. As informações são da agência de notícias "Dow Jones". As instituições e reguladores financeiros devem continuar a apoiar a emissão de títulos de governos locai para fins especiais, uma importante fonte de financiamento para projetos de infraestrutura local, disse ontem o Comitê de Desenvolvimento e Estabilidade Financeira, após uma reunião presidida pelo vice-premiê Liu He, que é também o principal negociador comercial da China com os Estados Unidos. O comitê disse que trabalhará duro para reduzir os custos de empréstimos para empresas, especialmente par as pequenas. O banco central da China reformou seu mecanismo de taxa de juros no mês passado, introduzindo uma nova taxa de referência para refletir melhor as taxas reais de empréstimos no mercado e permitir que os credores rapidamente respondam às políticas de afrouxamento do banco central. O Comitê de Desenvolvimento e Estabilidade Financeira também incentivou bancos a usar ferramentas inovadoras para reabastecer capital para que possam emitir mais empréstimos para apoiar o crescimento econômico.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,98% no mercado à vista, cotado a R$ 4,1840 para venda, renovando a maior cotação do ano e também o patamar de segundo maior nível de fechamento da história, depois de acelerar os ganhos na reta final do pregão impulsionado pelo exterior em sessão de liquidez reduzida em decorrência do feriado do dia do trabalho nos Estados Unidos. "Como pano de fundo estão as intermináveis incertezas quanto ao futuro das relações comerciais entre os Estados Unidos e China, além das consequências, especialmente para os [mercados] emergentes. O dólar se manteve em alta mesmo com o feriado norte-americano", comenta o diretor da Correparti, Ricardo Gomes.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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