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Informativo Diário

12/09/2019

CHICAGO E DÓLAR RECUAM E MERCADODE SOJA SEGUE CALMO NO PAÍS

Na quarta-feira, o mercado interno de soja esteve calmo nas principais praças de negociação do país. Na véspera do relatório de setembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os agentes permanecem mantendo a cautela e os negócios com soja seguem escassos no país. Tanto Chicago quanto o dólar tiveram um dia negativo. Em relação à divisa norte-americana, a mesma encerrou no menor patamar em quatro semanas, contribuindo para que as cotações voltassem a recuar no mercado doméstico.

RS: cotações recuando no estado e mercado segue lento. Na região portuária, as indicações estiveram na faixa dos R$ 86 para pagamento e entrega no mês de outubro.

PR: preçosrecuando e não foram reportados negóciosrelevantes.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão e no farelo, e em alta no óleo na quartafeira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,61% no grão e 1,12% no farelo, e ganhos de 1,23% no óleo.

• Os operadores buscaram um melhor posicionamento, na véspera do relatório de setembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos(USDA).

• O fato da soja não estar presente na lista de exceção tarifária divulgada hoje pela China, a queda acentuada do petróleo e um movimento de realizaçãode lucros contribuírampara o recuo.

• Analistas consultados pelas agências internacionais apostam que o USDA indicará produção americana em 2019 de 3,6 bilhões de bushels, contra 3,68 bilhõesindicados em agosto e 4,544 bilhões do ano anterior.

• Em relação aos estoques de passagem, o USDA deverá reduzir a sua estimativa para 2018/19 de 1,07 bilhão para 1,04 bilhão de bushels. Para a temporada 2019/20, o carryover deve cair de 755 milhões para 661 milhões de bushels.

• Os estoques globais da oleaginosa deverão ser cortados de 114,5 milhões de toneladas para 114,1 milhões de toneladas em 2018/19. Para a próxima temporada, a expectativa é de estoques de 101,6 milhões, contra 101,7 milhões projetados em agosto.


CHINA Os Estados Unidos estão indo bem nas negociações comerciais com a China, e o país asiático quer fazer um acordo, pois sua rede de suprimentos está desmoronando, disse o presidente norte-americano,Donald Trump. "Estamos indo muito bem com China", afirmou Trump, em declarações a repórteres no Salão Oval. "As cadeias de suprimentos da China estão quebrando como um brinquedo", disse ele, citando que empresas estão deixando o país para evitar astaxas aplicadas pelos Estados Unidos. "A China quer fazer um acordo, vamos ver o que acontece", acrescentou ele. Segundo Trump, a China estava tomando bilhões de dólares dos Estados Unidos e tirando vantagem do país de muitas formas, mas isso não vai mais acontecer. A rodada mais recente de tarifas à China foi aplicada no dia 1 de setembro, quando os Estados Unidos colocaram em vigor taxas de 15% a cerca de US$ 112 bilhões em produtos importados chineses. Outros US$ 188 bilhões em bens serão taxados em 15 de dezembro. As delegações comerciais dos dois países vão se reunir no início de outubro, em Washington, para retornar as negociações e tentar chegar a um acordo para encerrara a disputa sobre comércio.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,78% no mercado à vista, cotado a R 4,0650 para venda - no menor valor em quatro semanas - influenciado pelo mercado doméstico em meio números mais positivos da economia local e fluxo. Enquanto no exterior, investidores seguiram à espera da decisão do Banco Central Europeu (BCE) amanhã. "O movimento foi uma resposta ao otimismo dos investidores frente a bons sinais sobre a economia brasileira, principalmente, pelo resultado positivo das vendas no varejo nacional. Além disso, no exterior, potenciais concessões da China na guerra comercial com os Estados Unidos ajudaram a manter esse bom humor por aqui local", comenta o analista de câmbio da Correparti, RicardoGomes Filho.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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