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Informativo Diário

22/11/2019

MERCADO PERMANECE BASTANTE VOLÁTIL E PREÇOS DA SOJA FICAM PREDOMINANTEMENTE ESTÁVEIS NO MERCADO DOMÉSTICO

Na quinta-feira, o mercado interno de soja manteve-se em ritmo lento nas principais praças de negociação do país. Em uma sessão marcada pela volatilidade, a oleaginosa encerrou novamente no campo negativo em Chicago. Já o dólar, permanece oscilando nos níveis de R$ 4,20, encerrando pouco abaixo desse patamar. Em relação aos prêmios, houve ligeiros ganhos e estão entre US$ 0,95 e US$ 1,05 por bushel. Diante disso, as cotações ficaram predominantemente estáveis e não foram comercializados lotes relevantes ao longo do dia no país.

RS: os preços ficaram de estáveis a mais altos e poucos lotes foram comercializados no estado. Na região portuária, o comprador sinalizava R$ 91,50 por saca CIF para embarque no mês de novembro e pagamento em meados de dezembro, mas sem contrapartida de vendas.

PR: o mercado permaneceu calmo no estado e os preços ficaram estáveis. Na região portuária, o comprador segue oferecendo R$ 91 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de dezembro.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão e no óleo, e mistos no farelo na quinta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,44% no grão e 1,63% no óleo, e ganhos de 0,40% no farelo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/19 atingiu a máxima de US$ 9,0925 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 9,01 por bushel, com queda de 4 pontos. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de até 3,5 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 operava com queda de 3,5 pontos, com negócios a US$ 9,1550 por bushel.

• O mercado tentou esboçar recuperação, mas não sustentou o movimento, encerrando em baixa pela segunda sessão consecutiva.

• A indefinição sobre um possível acordo comercial entre China e Estados Unidos segue pressionando a soja. O sentimento de que um consenso não será alcançado no curto prazo está pressionando as cotações.

• As exportações semanais superaram as estimativas, incluindo um bom volume de venda aos chineses. Mas o resultado não foi suficiente para sustentar os contratos. O mercado começa a antecipar um desaquecimento na demanda do país asiático nas próximas semanas, com a procura se deslocando para a América do Sul.

• As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2019/20, com início em 1 de setembro, ficaram em 1.516.700 toneladas na semana encerrada em 14 de novembro. Representa uma elevação de 22% frente à semana anterior e um avanço de 39% ante à média das últimas quatro semanas.

• A China liderou as importações, com 568.600 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 600 mil a 1,4 milhão de toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).


CHINA A China disse que os rumores externos sobre impasses nas negociações comerciais com os Estados Unidos não são precisos, e afirmou que Pequim quer trabalhar com Washington para assinar a primeira fase do acordo comercial. "As equipes econômicas e comerciais de ambos os lados continuam mantendo uma comunicação próxima", disse o porta-voz do Ministério do Comércio da China, Gao Feng, em coletiva regular de imprensa. "Os rumores externos não são precisos", acrescentou.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com queda de 0,23%, sendo negociado a R$ 4,1940 para venda e a R$ 4,1920 para compra. Durante o dia, a moeda norteamericana oscilou entre a mínima de R$ 4,1850 e a máxima de R$ 4,2230. A divisa norte-americana recuou em dia de forte de volatilidade, ainda sentindo os efeitos de baixa liquidez no mercado doméstico, além das incertezas em torno das tratativas da guerra comercial entre Estados Unidos e China em meio rumores de que os países podem fechar acordo apenas no ano que vem.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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