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Informativo Diário

16/07/2019

CHICAGO RECUA E PUXA PREÇOS DO MERCADO INTERNO; NEGÓCIOS FICAM ESCASSOS

Na segunda-feira, o mercado interno de soja teve uma sessão extremamente lenta nas diversas praças de negociação do país. O mercado em Chicago teve uma sessão de realização de lucros e de ajustes de posições diante do clima para o desenvolvimento da nova safra dos EUA, que aparentemente está melhorando. Embora o dólar tenha avançado frente à moeda brasileira, as cotações internas sofreram ajustes negativos na maior parte das praças.

RS: registro de preços mais fracos em um mercado com negócios isolados, sem volumes relevantes sendo anotados ao longo do dia.

PR: mercado com cotações mais fracas no disponível e estáveis no futuro, em sua maioria ficando apenas nominais.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão, no farelo e no óleo nesta segunda-feira. Nas posições spot, perdas de 1,25% no grão, de 1,01% no farelo e de 0,10% no óleo. Após atingir na semana passada o maior patamar em um ano, o mercado recuou com os agentes realizando lucros.

• A previsão de chuvas para o cinturão produtor americano ajudou a acelerar o movimento de vendas técnicas. O clima de precipitações deve aliviar parte das preocupações com a falta de umidade.

• O mercado trabalhou aguardando o relatório de condições das lavouras americanas que foi divulgado após o fechamento. A expectativa era de que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicasse 53% das lavouras entre boas e excelentes condições, mas o índice surpreendeu e foi indicado em 54%.

• A fraca demanda pela soja americana também pesa sobre as cotações. A falta de avanço nas negociações entre China e Estados Unidos e a queda na produção suinícola chinesa por conta da gripe suína prejudicam a procura da oleaginosa por parte dos chineses.

• A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (NOPA) informou que o esmagamento de soja atingiu 148,843 milhões de bushels em junho, ante 157,7 milhões em maio. A expectativa do mercado era de 154,4 milhões.


CHINA O Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu 6,2% no segundo trimestre deste ano ante o mesmo período de 2018, seu menor nível em 27 anos, após a alta de 6,4% no primeiro trimestre. Os dados são do departamento oficial de estatísticas do país. O crescimento do PIB chinês veio abaixo da projeção dos analistas, que esperavam alta de 6,3%. A meta do governo é manter o crescimento entre 6% e 6,5% em 2019. Em base trimestral, o PIB da China aumentou 1,6% no segundo trimestre.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,48% no mercado à vista, cotado a R$ 3,7570 para venda, interrompendo uma sequência de cinco pregões seguidos de queda frente ao real, em viés de correção após uma semana eufórica de investidores locais em decorrência da aprovação do texto-base da reforma da Previdência em primeiro turno no plenário da Câmara dos Deputados. Na terça-feira, o mercado ficará atento a mais um discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, e também a indicadores da economia norte-americana.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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