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Informativo Diário

04/06/2019

RECUO DO DÓLAR PARALISA NEGÓCIOS COM SOJA NO PAÍS

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana calmo nas diversas praças de negociação do país. Com a moeda norte-americana atingindo a mínima de R$ 3,8830 ao longo do pregão e encerrando abaixo dos R$ 3,90, as cotações da oleaginosa voltaram a recuar no mercado interno. Já em Chicago, a soja fechou com ligeiros ganhos, bem como os prêmios, que sofreram pouca alteração e não exerceram grande influência nos preços. Diante disso, os agentes permanecem cautelosos e volumes pouco relevantes foram negociados ao longo do dia no país.

RS: preços recuando no estado e mercado permanece lento.

PR: dia de queda nas cotações e sem negócios relevantes. A comercialização da safra 2018/19 está estimada em cerca de 52% no estado.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão, mistos no farelo e em queda no óleo nesta segunda-feira. Nas posições spot, ganhos de 0,14% no grão e perdas de 0,24% no farelo e de 0,90% no óleo.

• O mercado buscou uma correção frente às perdas da sexta-feira, quando pesou negativamente o anúncio do presidente Donald Trump, de que os Estados Unidos vão taxar em 5% os bens importados do México - em represália ao problema de imigração ilegal. Esta taxação pode afetar a demanda mexicana pela oleaginosa norte-americana. As informações são da Agência Reuters. A espera pelo relatório de acompanhamento do plantio nos EUA também concedeu suporte aos preços.

• As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 498.881 toneladas na semana encerrada no dia 30 de maio, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Analistas esperavam 525 mil toneladas. Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 535.183 toneladas. No ano passado, em igual período, o total fora de 573.294 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1 de setembro, as inspeções estão em 34.221.240 toneladas, contra 46.813.556 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.


CHINA O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) sobre a atividade industrial da China ficou em 50,2 pontos em maio, mesma pontuação de abril, de acordo com dados divulgados elo instituto IHS Markit em parceria com o grupo de mídia Caixin. Leituras acima de 50 pontos sugerem expansão da atividade, enquanto valores menores apontam contração. Os dados sinalizam que o desemprenho operacional das empresas melhorou em maio. O total de novos pedidos subiu a um ritmo mais acelerado, enquanto as vendas de exportação recuperaram-se e também aumentaram.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,89% no mercado à vista, cotado a R$ 3,8900 para venda - no menor nível desde 16 de abril quando encerrou o pregão em R$ 3,9040. O otimismo observado desde a semana passada entre investidores locais com a política prevaleceu, com a percepção de que o ambiente está "positivo" para a avanços significativos da reforma da Previdência no Congresso. "A percepção do mercado local com a equipe do presidente Jair Bolsonaro, cada vez mais otimista com a reforma da Previdência, que poderá ser aprovada antes de julho na Câmara dos Deputados, ajudou no fortalecimento do real", comenta o operador de câmbio da Correparti, Guilherme França.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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