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Informativo Diário

10/06/2020

ALTA DO DÓLAR TRAZ DIA UM POUCO MAIS MOVIMENTADO NO MERCADO INTERNO

Na terça-feira, o mercado interno de soja teve uma sessão um pouco mais movimentada, mas ainda com poucos negócios sendo reportados. A ponta vendedora se mostrou mais ativa devido à alta do dólar frente ao real, mas ainda demonstrando pouco interesse em vendas de grandes volumes nos preços atuais. As cotações oscilaram positivamente na maioria das praças, acompanhando a valorização do câmbio, que fechou com alta de 0,78%.

RS: registro de preços mais altos em um mercado com movimentação razoável na região portuária de Rio Grande. Alguns negócios foram registrados para entrega e pagamento em julho, com uma ponta compradora demonstrando interesse. Na região portuária, para embarque em abril/maio/21 e pagamento em meados de junho/21, as indicações permaneceram na faixa de R$ 99 por saca. Para embarque e pagamento em meados de junho/julho deste ano, o comprador sinaliza em torno de R$ 106. Apesar disso, novamente houve indicações de até R$ 108 nesta posição devido a necessidade.

PR: registro de preços mais altos em um mercado que ainda demonstra pouca movimentação. As cotações subiram em média 1 real. Poucos negócios foram anotados. Para embarque e pagamento em meados de fevereiro/março/21, as indicações estavam na faixa de R$ 98 por saca CIF região portuária. Para embarque e pagamento em meados de junho/julho deste ano, o comprador sinaliza em torno de R$ 103 CIF Paranaguá.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão, e no farelo e em alta no óleo na terça-feira. Nas posições spot, perdas de 0,17% no grão, 0,45% no farelo e ganho de 0,46% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato julho/20 do grão atingiu a máxima de US$ 8,6650 por bushel. No final da sessão, trocou de mãos a US$ 8,6325 por bushel.

• Os operadores deram prosseguimento ao movimento de realização de lucros deflagrado ontem, em meio às boas condições das lavouras americanas e aguardando os números de quinta do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

• O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou ontem dados sobre as condições das lavouras americanas de soja. Segundo o USDA, até 7 de junho, 72% estavam entre boas e excelentes condições, 24% em situação regular e 4% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 70%, 26% e 4%, respectivamente.

• Os investidores também se posicionam frente ao relatório de junho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na quinta.


ARGENTINA O Presidente do Banco Central da Argentina (BCRA), Miguel Ángel Pesce, afirmou que insumos do campo, como herbicidas e fertilizantes, devem ser comercializados pelo valor do dólar oficial. As declarações foram feitas durante uma videoconferência que ele teve com representantes da "Mesa de Enlace" em meio às preocupações do setor ante as recentes medidas aplicadas no mercado de câmbio. A notícia parte da Agência CMA Latam.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,78% no mercado à vista, cotado a R$ 4,8940 para venda, no terceiro pregão seguido abaixo do patamar de R$ 5,00, em dia de realização de lucros no mercado externo e doméstico, o que levou a moeda norteamericana a se valorizar frente às principais moedas pares e de países emergentes após perdas recentes.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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