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Informativo Diário

20/11/2019

COM DÓLAR ACIMA DOS R$ 4,20, PREÇOS DA SOJA AVANÇAM E BONS NEGÓCIOS SÃO REGISTRADOS NOPAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja apresentou melhor movimentação nas diferentes praças de negociação do país. Com a moeda norte-americana atingindo a máxima de R$ 4,2190 por dólar ao longo do pregão e Chicago, apesar da volatilidade, alcançando os US$ 9,17 no melhor momento, os preços da oleaginosa avançaram no mercado físico e um bom volume de negócios foi registrado. Segundo rumores, somente no Rio Grande do Sul cerca de 300 mil toneladas de soja trocaram de mãos ao longo do dia. No total, aproximadamente 1 milhão de toneladas foi comercializadono país.

RS: as cotações avançaram no estado e melhores negócios foram registrados com soja. Na região portuária, o comprador sinalizava R$ 90 por saca para embarque no mês de maio/20 e pagamento em meados de junho/20. Segundo rumores, aproximadamente 300 mil toneladas de soja foram negociadas ao longo do dia no estado.

PR: dia de bom volume de negócios e cotações avançando no estado. Na região portuária, o comprador sinalizava R$ 92 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de dezembro. Conforme informações, ao menos 100 mil toneladas de soja paranaense trocaram de mãos ao longo do dia.


CHICAGO(CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no óleo, e mistos no farelo na terça-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,13% no grão, 0,26% no farelo e de 1,04% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/19 atingiu a máxima de US$ 9,17 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 9,1150 por bushel, com alta de 1,25 ponto.

• Recuperação técnica por compras de barganha foi limitada por comentário do presidenteDonald Trump e contratosfecham abaixo das máximas do dia.

• Após atingir ontem o menor nível desde 4 de outubro, o mercado iniciou um movimento de cobertura de posições vendidas. Mas a fala do presidente Trump no meio da tarde, ameaçando impor mais tarifas à China caso um acordo não seja alcançado entre os dois países, diminuiu o ímpeto de fundos e especuladores.

• Outros fatores que ainda impedem uma reação consistente nos preços são o avanço da colheita nos Estados Unidos e o clima favorável ao desenvolvimento das lavouras no Brasil e na Argentina.


CHINA O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que está satisfeito com as negociações comerciais com a China, mas voltou a alertar que na ausência de um acordo, os EstadosUnidos voltarão a impor tarifas aos importados chineses. "Se não alcançarmos um acordo com a China, simplesmente elevarei as tarifas", disse Trump em declarações a imprensa paralelamente a uma reunião com seu gabinete na Casa Branca. "A China precisa aceitar um acordo que seja bom para os Estados Unidos, caso contrário, não haverá acordo", acrescentou.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com queda de 0,14%, sendo negociado a R$ 4,2010 para venda e a R$ 4,1990 para compra, na segunda maior cotação nominal da história. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1880 e a máxima de R$ 4,2190. A divisa norte-americana recuou em sessão de expectativa pela atuação do Banco Central (BC) no mercado cambial. Apesar de não ter tido nenhuma intervenção, as declarações do presidente do BC, Roberto Campos Neto, ajudaram a dar uma "leve" aliviada no preço da moeda.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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