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Informativo Diário

14/05/2019

PRÊMIO E DÓLAR SOBEM E COTAÇÕES DA SOJA AVANÇAM NO BRASIL

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana calmo nas diversas praças de negociação do país. Em Chicago, a oleaginosa teve perdas fortes em parte do dia, mas recuperou-se dos níveis mais baixos. E com a alta da moeda norte-americana houve sustentação para as cotações no mercado doméstico. Os prêmios de exportação também melhoraram, contribuindo para que os preços avançassem no país. Diante disso, poucos negócios foram reportados ao longo do dia, com exceção do Rio Grande do Sul, onde cerca de 50 mil toneladas foram negociadas.

RS: cotações em alta e, segundo rumores, aproximadamente 50 mil toneladas negociadas no estado. No porto, houve indicações na faixa dos R$ 77 para pagamento no final do mês de junho.

PR: preços mistos e movimentação razoável no estado.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão e no óleo, e mistos no farelo nesta segunda-feira. Nas posições spot, perdas de 0,75% no grão, de 0,03% no farelo e de 0,56% no óleo.

• Uma nova rodada de notícias negativas em torno da guerra comercial entre China e Estados Unidos, resquícios do relatório baixista do USDA de sexta e o fraco resultado das inspeções de exportação dos EUA colocaram os contratos nos níveis mais baixos em 11 anos.

• Na mínima do dia, julho operou a US$ 7,91. Ao longo da tarde, o mercado diminuiu as perdas e se estabilizou pouco acima de US$ 8,00, mas ainda assim no território negativo.

• Citando a imposição de tarifas de 25% sobre bens chineses no valor de US$ 200 bilhões, a China anunciou que vai impor tarifas de até 25% sobre US$ 60 bilhões de bens dos Estados Unidos. Essa nova tarifa entrará em vigor em 1 de junho, disse o governo chinês disse em comunicado.

• As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 513.375 toneladas na semana encerrada no dia 9 de maio, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Analistas esperavam 625 mil toneladas.

• Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 603.012 toneladas. No ano passado, em igual período, o total fora de 698.865 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1 de setembro, as inspeções estão em 32.655.233 toneladas, contra 44.751.638 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.


CHINA As negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China continuam, disse o secretário do Tesouro norte-americano, Steven Mnuchin, a repórteres da "CNBC" antes de participar de um evento, em Washington. Ao ser questionado se as conversas ainda estavam em andamento, ele disse: "Sim, ainda estamos em negociações". Mnuchin também foi questionado se a China continuaria a comprar dívida dos Estados Unidos e ele disse assumir que sim, pois é um bom investimento. Segundo ele, nenhuma rodada adicional está planejada, mas as conversas continuam.


CÂMBIO Os investidores ainda devem demonstrar cautela na sessão de amanhã com a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China. Com isso, o dólar comercial iniciará a sessão sem um viés definido, aguardando novidades sobre o tema. Internamente, a reforma da Previdência não deverá apresentar grandes novidades, permanecendo o cenário externo como principal driver do mercado. O dólar encerrou o dia com alta de 0,86%, sendo negociado a R$ 3,9790 para venda.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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