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Informativo Diário

25/07/2019

COM GANHOS EM CHICAGO, COTAÇÕES DA SOJA SEGUEM AVANÇANDO NO PAÍS

Na quarta-feira, o mercado interno de soja seguiu pouco agitado nas diferentes praças de negociação do país. Com a oleaginosa encerrando no campo positivo em Chicago, as cotações voltaram a subir no mercado doméstico. A moeda norte-americana e os prêmios recuaram, impedindo uma alta mais consistente nos preços. Desta forma, os negócios permanecem limitados a volumes pouco relevantes, basicamente por conta de necessidade do produtor.

RS: segundo informações, cerca de 20 mil toneladas foram negociadas ao longo do dia e as cotaçõesficaramde estáveis a mais altas no estado.

PR: cotações avançando e o mercado permanece pouco movimentado no estado.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no óleo, e mistos no farelo na quarta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,59% no grão e de 1,03% no óleo, e perdas de 0,03% no farelo.

• A previsão de clima seco no cinturão produtor dos Estados Unidos, com possível prejuízo àslavouras, contribuiu para os ganhos moderados.

• Os agentes também avaliam positivamente os sinais de avanço nas negociações para um acordo comercial entre China e Estados Unidos. Na próxima semana, representantes dos dois países estarão reunidos e a expectativa é de que aquisições de produtos agrícolas americanos pelos chinesessejam anunciadas.

• O mercado também responde positivamente ao iminente anúncio do pacote de ajuda aos produtores americanos para compensar os prejuízos gerados pela disputa tarifária coma China.


CHINA O representante de Comércio dos Estados Unidos, Robert Lighthizer, e o secretário do Tesouro do país, Steven Mnuchin, viajarão para Xangai, para retomar as negociações comerciais no dia 30 de julho, disse a Casa Branca, em comunicado. Sob a direção do presidente norte-americano, Donald Trump, a delegação do país vai "continuar as negociações destinadas a melhorar as relações comerciais entre os Estados Unidos e a China", segundo a nota. O viceprimeiro-ministrochinês Liu He vai liderar a delegação pelo lado da China. "As discussões abrangerão uma série de questões, incluindo propriedade intelectual, transferência forçada de tecnologia, barreiras não tarifárias, agricultura, serviços, déficit comercial e fiscalização", de acordo com a Casa Branca.


ARGENTINA A incerteza política devido às eleições presidenciais na Argentina, programadas para outubro, representam riscos para a maioria dos setores, apesar das políticas implementadas corretamente para combater a crise que impactou fortemente o país, disse a agência de classificação de risco Moody's, em relatório. "O risco crescente de mudanças de política na Argentina pode representar uma ameaça ao acesso aos mercados", afirmou o vice-presidente da Moody's, Gersan Zurita. "Isso colocaria pressão significativo sobre a posição de liquidez do governo e aumentaria a possibilidade de reestruturação da dívida nos próximos dois ou três anos."


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,10% no mercado à vista, cotado a R$ 3,7700 para venda, desacelerando-se do recuo sustentado em boa parte do pregão na reta final dos negócios seguindo o exterior, onde a moeda estrangeira passou a operar com viés de alta frente às principais moedas pares. Lá fora, investidores aguardam as decisões de política monetária de bancos centrais como o da Europeu, amanhã. O analista de câmbio da Correparti, Ricardo Gomes Filho, destaca o baixo volume de negócios no mercado doméstico e como "consequência", pouca volatilidade no dólar. "Entradas de recurso estrangeiro visando ofertas de ações de grandes empresas na bolsa de valores brasileira contribuiu para o dólar manter o viés de queda", comenta.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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