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Informativo Diário

01/09/2020

MERCADO DE SOJA INICIA A SEMANA COM PREÇOS PREDOMINANTEMENTE ESTÁVEIS E SEM NEGÓCIOS APARENTES

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana bastante lento nas diferentes praças de negociação do país. Em Chicago, a commodity enfileirou o sexto pregão consecutivo de ganhos, atingindo o maior nível desde meados de janeiro deste ano. Já o câmbio, também teve um dia positivo e encostou nos patamares de R$ 5,50 por dólar. Apesar da alta, os agentes permanecem cautelosos e o mercado teve um dia arrastado. Com preços predominantemente estáveis, não foram reportados negócios significativos.

RS: cotações nominais e mercado bastante lento. No interior do estado, as indicações de compra permanecem na faixa de R$ 140 por saca para embarque em setembro e pagamento em meados de outubro/novembro deste ano.

PR: dia de preços firmes e mercado pouco movimentado. Para embarque e pagamento em meados de abril/21, indicações na faixa de R$ 119 por saca CIF na região portuária. Na região de Toledo, as indicações de compra seguem entre R$ 138 e R$ 140 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de novembro/dezembro deste ano. Ainda na região, para embarque no mês de fevereiro/21 e pagamento em meados de março/21, comprador indicando R$ 112 por saca.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no farelo, e em queda no óleo na segunda-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,07% no grão e de 0,99% no farelo, e perdas de 1,28% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato setembro/20 do grão atingiu a máxima de US$ 9,67 por bushel. No final da sessão, trocou de mãos a US$ 9,5125 por bushel. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 13,5 pontos nos principais vencimentos. O vencimento novembro/20 operava com ganhos de 11,25 pontos, com negócios a US$ 9,6175 por bushel.

• Foi a sexta sessão consecutiva de ganhos, com a posição novembro batendo no maior patamar desde 17 de janeiro.

• O clima seco nos Estados Unidos deve prejudicar o potencial produtivo da safra americana. A aposta do mercado é que os efeitos climáticos já se reflitam no relatório de condições das lavouras, que será apresentado logo mais. A expectativa é de que o índice de lavouras em boas a excelentes condições recue de 69% para 66%.

• O mercado encerrou abaixo das máximas do dia. Os números de inspeção semanal dos EUA ficaram um pouco abaixo do esperado e deflagraram uma leve correção, com fundos e especuladores posicionando carteiras no encerramento do mês. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou inspeções de 805,5 mil toneladas, abaixo da previsão de 850 mil.

• No mês, a posição novembro, a mais negociada, acumulou valorização de 6,81%.


CHINA O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) sobre a atividade do setor de serviços da China subiu para 55,2 pontos em agosto, ante 54,2 pontos em julho. Já sobre a atividade industrial chinesa, caiu para 51,0 pontos em agosto, após os 21,1 pontos de julho, segundo dados divulgados pelo departamento oficial de estatísticas do país.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 1,12% no mercado à vista, cotado a R$ 5,4780 para venda, em dia de formação de preço da taxa Ptax - média das cotações apuradas pelo Banco Central (BC), o que provocou volatilidade na cotação da moeda estrangeira na primeira parte dos negócios, e com investidores locais à espera dos detalhes do Orçamento de 2021. Lá fora, as moedas de países emergentes passaram por uma correção e se desvalorizaram ante a divisa norte-americana.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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