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Informativo Diário

22/04/2019

EM VÉSPERA DEFERIADO, SOJA TEM PREÇOS ESTÁVEISE MERCADO CALMO

Na quinta-feira, o mercado interno de soja manteve o ritmo lento nas principais praças de negociação do país. Com a leve alta de Chicago e a moeda norte-americana encerrando praticamente estável, as cotações ficaram predominantemente estáveis no mercado doméstico. Na véspera da Sexta-Feira Santa e com preços ainda pouco atrativos, os negócios permanecem escassos com soja. Conforme rumores, aproximadamente 50 mil toneladas foram negociadas ao longo do dia no país. Os trabalhos de colheita apresentaram bom avanço e já atingem cerca de 92,7% da área prevista.

RS: os preços ficaram estáveis no estado. De acordo com rumores, cerca de 10 mil toneladas foram negociadas. Os trabalhos de colheita apresentaram bom desenvolvimento e já atingem cerca de 79% da área prevista, enquanto no mesmo período do ano passado esse percentual era de 66%.

PR: pouca movimentação no estado e cotações inalteradas. Os trabalhos de colheita já encontram-se praticamente finalizados, restando apenas pequenas áreas.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no óleo, e em queda no farelo nesta quintafeira. Nas posições spot, ganhos de 0,17% no grão e de 1,19% no óleo, e perdas 0,23% no farelo.

• Após acumular perdas de mais de 2% nas últimas duas sessões, o mercado se recuperou com base em fatores técnicos.

• As incertezas sobre o plantio nos Estados Unidos e a indefinição sobre um possível acordo comercial entre americanos e chineses seguiram merecendo atenção dos negociadores. No primeiro caso, os dados iniciais sobre a semeadura dos Estados Unidos serão divulgados na segunda. A segunda questão não deverá estar definida antes do final de maio, segundo as maisrecentes informações.

• As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2018/19, com início em 1 de outubro, ficaram em 382.100 toneladas na semana encerrada em 11 de abril. Representa um avanço de 41% frente à semana anterior e 46% inferior à média das últimas quatro semanas. Destinos desconhecidos lideraram as compras, com 170.600 toneladas.

• Para a temporada 2019/20, ficaram em 21.100 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 350 mil a 700 mil toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos(USDA).


CHINA Os Estados Unidos venceram na Organização Mundial do Comércio (OMC) uma disputa contra a China sobre o uso cotas tarifárias para arroz, trigo e milho importados sob a alegação de que a medida limita o acesso de Washington aos mercados de grãos. Segundo o painel da OMC, a China não administra as cotas tarifárias (TRQs) de maneira "transparente, previsível e justa". As TRQs são aplicadas em dois níveis. Um deles implica em um volume limitado de importações permitidas com tarifa "in-cota" menor e o segundo, para as importações subsequentes, nas quais incidem tarifas "extra-cota", que geralmente são mais elevadas.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,07% no mercado à vista, cotado a R$ 3,9320 para venda, em pregão marcado pela volatilidade local com o volume de negócios reduzido em véspera de feriado. Apesar de exibir alta em parte da sessão, acompanhando o comportamento da moeda no exterior, movimentos locais na reta final dos negócios mudaram novamente o sinal da moeda, que firmou queda até o fim das operações. Em semana mais curta, a divisa estrangeira teve valorizaçãode 1,07%.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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