Voltar

Informativo Diário

09/10/2019

PREÇOS DA SOJA AVANÇAM NO MERCADO FÍSICO E MELHORES NEGÓCIOS SÃO REGISTRADOS NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja apresentou melhor movimentação em algumas das principais praças de negociação do país. Com a oleaginosa atingindo a máxima de US$ 9,2375 no contrato mais ativo, os preços voltaram a avançar no mercado físico e houve registro de melhores negócios em algumas das principais regiões. Entretanto, a moeda norte-americana voltou a fechar no campo negativo e impediu uma alta mais consistente nas cotações. Segundo rumores, aproximadamente 50 mil toneladas de soja gaúcha trocaram de mãos no estado. Na região do MAPITO, ao longo desta semana cerca de 50 mil toneladas de soja foram negociadas na safra nova, com destaque para o estado do Tocantins onde foram negociadas de 20 a 25 mil toneladas do grão.

RS: as cotações avançaram novamente no estado e melhores negócios foram apontados com soja. No porto de Rio Grande, o comprador oferecia R$ 88,50 por saca para pagamento e entrega no mês de novembro, onde aproximadamente 20 mil toneladas foram negociadas. Na safra nova, para pagamento e entrega nos meses de junho/julho cerca de 30 mil toneladas de soja trocaram de mãos.

PR: as cotações permanecem firmes no estado, mas os negócios seguem limitados a volumes pouco relevantes. No Norte do estado, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 84 por saca para entrega imediata, patamar em que foram negociadas de 600 a mil toneladas.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no farelo, e em queda no óleo na terça-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,57% no grão e 1,64% no farelo, e perdas de 0,79% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/19 atingiu a máxima de US$ 9,2375 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 9,2050 por bushel, com alta de 5,25 pontos. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 6,5 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 avançava 6,5 pontos, com negócios a US$ 9,47 por bushel.

• Apesar do desapontamento com o andamento das conversas entre China e Estados Unidos, a expectativa de corte na safra americana no relatório de outubro do Departamento de Economia dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na quinta, sustentou as cotações.

• A alta também encontrou suporte nos dados de colheita e condições das lavouras americanas, divulgados ontem. A colheita está atrasada e o índice de lavouras em boas a excelentes condições caiu, reflexo das baixas temperaturas e do excesso de chuvas no cinturão produtor.

• Até 6 de outubro, a área colhida estava apontada em 14%. Em igual período do ano passado, a colheita era de 31%. A média é de 34%. O mercado apostava em número de 15%. Segundo o USDA, 53% estavam entre boas e excelentes condições, 32% em situação regular e 15% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 55%, 32% e 13%, respectivamente. O mercado esperava que 55% das lavouras estivessem em boas a excelentes condições.

• A China repreendeu fortemente os Estados Unidos nesta terça-feira por adicionarem algumas das principais startups chinesas de inteligência artificial à sua lista de restrição de comércio, diminuindo as esperanças de um progresso nas negociações de alto nível para encerrar a guerra comercial de 15 meses entre as duas potências econômicas.

• Segundo informações da Agência Reuters, os negociadores comerciais dos EUA e da China se reunirão em Washington para um segundo dia de conversas nesta terçafeira, preparando as bases para as primeiras reuniões de nível ministerial no final desta semana.


CHINA A China repreendeu fortemente os Estados Unidos nesta terça-feira por adicionarem algumas das principais startups chinesas de inteligência artificial à sua lista de restrição de comércio, diminuindo as esperanças de um progresso nas negociações de alto nível para encerrar a guerra comercial de 15 meses entre as duas potências econômicas. Segundo informações da Agência Reuters, os negociadores comerciais dos EUA e da China se reunirão em Washington para um segundo dia de conversas nesta terça-feira, preparando as bases para as primeiras reuniões de nível ministerial no final desta semana.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com queda de 0,33%, sendo negociado a R$ 4,0910 para venda e a R$ 4,0890 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0780 e a máxima de R$ 4,1130. A divisa norte-americana recuou em sessão de correção no mercado doméstico e expectativa de investidores quanto a avanços da reforma da Previdência em meio às discussões sobre a cessão onerosa. Porém, calibrando a cautela dos investidores no mercado externo à espera do encontro entre Estados Unidos e China na quinta-feira para mais uma rodada de negociações a respeito da guerra comercial.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





Rod. BR 373 - km 400 | Candói - PR | Brasil - CEP: 85.140-000
© 2020 | Todos os Direitos Reservados. Ultramax