Voltar

Informativo Diário

24/02/2021

SOJA TEM FORTE ALTA EM CHICAGO, PREÇOS VOLTAM A SUBIR E MELHORES NEGÓCIOS SÃO REGISTRADOS NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja permaneceu com movimentação razoável nas diversas praças de negociação do país. Com firme alta em Chicago, que chegou a operar nos níveis de US$ 14,25 por bushel no melhor momento do dia, os preços físicos da commodity voltaram a subir e melhores negócios foram reportados. O recuo dos prêmios e a forte volatilidade do câmbio limitaram os ganhos. Rumores apontam pelo menos 120 mil toneladas de soja trocando de mãos ao longo do dia no país.

RS: negócios moderados seguem sendo reportados e os preços avançaram no estado. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de julho/21, rumores de negócios até R$ 174 por saca. No interior do estado, indicações nominais entre R$ 164 e R$ 165 por saca CIF para embarque e pagamento curto, patamares onde pelo menos 30 mil toneladas de soja foram comercializadas.

PR: houve alta nos preços e negócios razoáveis seguem sendo reportados. Para embarque e pagamento em meados de março/21, rumores de negócios na faixa de R$ 169 por saca CIF na região portuária, no melhor momento do dia. Na região oeste, indicações nominais na faixa de R$ 156 por saca no disponível, patamares onde pelo menos 40 mil toneladas de soja trocaram de mãos ao longo do dia.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão, no farelo e no óleo na terça-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 1,60% no grão, de 0,80% no farelo e de 2,83% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato março/21 do grão atingiu a máxima de US$ 14,25 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 14,06/bushel. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 35 pontos nos principais vencimentos. O vencimento maio/21 operava com ganhos de 33,75 pontos, com negócios a US$ 14,2125 por bushel.

• O atraso na colheita no Brasil e o aperto nos estoques americanos garantiram mais uma sessão de ganhos, com os contratos encerrando no maior nível em mais de cinco semanas.

• Os trabalhos de colheita no Brasil seguem bem abaixo da média para o período e devem resultar em atraso ainda maior na retomada dos embarques brasileiros de forma mais consistente. Com isso, a demanda deverá permanecer voltada ao mercado americano.

• A alta de hoje ainda encontra sustentação nos dados divulgados na semana passada durante o Fórum Anual do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Apesar de maiores do que na atual temporada, os estoques de passagem americanos foram indicados em patamares abaixo dos esperados pelo mercado.

• Diante desse quadro, fundos e especuladores seguiram puxando as cotações. A grande dúvida no momento é saber até onde os contratos poderão subir sem prejudicarem as exportações americanas. Nesta semana, não houve anuncio do USDA de novas vendas de exportadores privados. Mas é importante frisar que a China está retornando ao mercado após o prolongado feriado do Ano Novo Lunar.


CHINA A União Europeia (UE) apelou que a China respeite os direitos de minorias no país e permita o trabalho de observadores internacionais na província de Xinjiang, segundo o chefe do bloco europeu para política externa, Joseph Borell, em discurso ao Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,22% no mercado à vista, cotado a R$ 5,4420 para venda, em sessão de forte volatilidade, influenciado pelo movimento no exterior, onde perdeu valor para as principais moedas de países emergentes. Aqui, após o estresse provocado pela troca de comando na Petrobras pelo presidente Jair Bolsonaro, alguns sinais de avanço na pauta de reformas pela política trouxeram um pouco de alívio aos ativos locais.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





Rod. BR 373 - km 400 | Candói - PR | Brasil - CEP: 85.140-000
© 2021 | Todos os Direitos Reservados. Ultramax