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Informativo Diário

30/07/2020

CHICAGO E DÓLAR RECUAM, MAS PRÊMIOS E ESCASSEZ DE OFERTA SUSTENTAM COTAÇÕES

Na quarta-feira, o mercado interno de soja continuou travado nas diferentes praças de negociação do país. Apesar da queda em Chicago e instabilidade do dólar, a firmeza dos prêmios e escassez de oferta sustentaram as cotações no mercado físico. Em Chicago, a commodity encerrou na mínima do dia, cotada a a US$ 8,9150 por bushel na posição agosto/20. Já os prêmios seguem avançando e estão entre US$ 1,55 e US$ 1,69 por bushel na posição setembro/20. O câmbio fechou nos níveis de R$ 5,17 por dólar.

RS: preços de estáveis a mais baixos e mercado calmo. Na região portuária, para embarque e pagamento em meados de maio/21, indicações na faixa de R$ 105 por saca CIF Rio Grande. Para embarque e pagamento em meados de setembro deste ano, havia possibilidade de negócios até R$ 121 por saca CIF, porém sem contrapartida de venda.

PR: pouca movimentação no estado e cotações firmes. Para embarque em fevereiro/21 e pagamento em abril/21, indicações na faixa de R$ 105,50 por saca CIF região portuária. Para embarque e pagamento em setembro/outubro deste ano, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 119 CIF Paranaguá, porém sem contrapartida de venda. Na região oeste do estado, indicações nominais entre R$ 111 e R$ 112 por saca para embarque e pagamento em meados de agosto/setembro deste ano.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, em queda no farelo e em alta no óleo na quarta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,58% no grão e de 0,69% no farelo, e ganhos de 0,84% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato agosto/20 do grão atingiu a máxima de US$ 8,98 por bushel. No final da sessão, trocou de mãos a US$ 8,9150 por bushel. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com perdas de até 3,25 pontos nos principais vencimentos. O vencimento setembro/20 operava com perdas de 3,25 pontos, com negócios a US$ 8,8450 por bushel.

• O mercado sofreu pressão mais uma vez da previsão de clima favorável para o desenvolvimento das lavouras dos Estados Unidos e da falta de novas vendas para a China. As perdas foram limitadas pelo desempenho positivo financeiro, em meio à expectativa sobre a definição dos juros pelo Federal Reserve (Fed).

• Além da expectativa de safra cheia nos Estados Unidos, as primeiras sinalizações são de aumento de área também no Brasil, formando um quadro de ampla oferta mundial da oleaginosa.

• Para amanhã, as atenções se voltam para o relatório de vendas semanais, que será divulgado às 9h30min pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado aposta em número entre 1,1 milhão e 2,5 milhões de toneladas. Na semana passada, o volume se aproximou de 2,7 milhões de toneladas.


CHINA O Banco Mundial prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) da China avance 1,6% este ano, menor nível desde 1976, e 7,9% no ano que vem, refletindo a recuperação do país da pandemia do novo coronavírus. Em 2019, o PIB chinês cresceu 6,1%. "As condições econômicas na China mudaram dramaticamente nos últimos seis meses. A pandemia de covid-19 e as medidas tomadas para contê-la provocaram um choque combinado de demanda e oferta", diz o banco, em relatório.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,21% no mercado à vista, cotado a R$ 5,1730 para venda, em cautela reagindo ao comunicado de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) que manteve a taxa de juros, na faixa entre 0% e 0,25%, e com o presidente da autoridade monetária, Jerome Powell, menos otimista quanto ao desfecho da pandemia do novo coronavírus e, consequentemente, quanto aos números da atividade econômica.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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