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Informativo Diário

31/08/2020

CHICAGO E DÓLAR ENCERRAM A SEMANA EM DIREÇÕES OPOSTAS E MERCADO DE SOJA TEM DIA TRAVADO NO PAÍS

Na sexta-feira, o mercado interno de soja encerrou a semana travado nas principais praças de negociação do país. Com os principais diferenciais em direções opostas, a commodity teve um dia de poucas novidades e preços nominais. Em Chicago, a oleaginosa acumulou cinco pregões consecutivos de ganhos e fechou acima dos US$ 9,50/bushel. Já o câmbio teve um dia de forte queda, encerrando próximo dos patamares de R$ 5,40 por dólar. A escassez de produto e a crescente necessidade por parte da indústria trazem especulações acerca da recompra de soja em diversos estados.

RS: os preços seguem avançando e o mercado permanece pouco ofertado. No interior do estado, rumores de recompra de soja na faixa de R$ 140,50 por saca para embarque em setembro e pagamento em meados de outubro/novembro deste ano.

PR: mercado lento e cotações nominais. Para embarque e pagamento em meados de maio/21, indicações na faixa de R$ 119 por saca CIF na região portuária. Na região de Toledo, indicação de compra entre R$ 138 e R$ 140 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de novembro/dezembro deste ano. Ainda na região, para embarque no mês de fevereiro/21 e pagamento em meados de março/21, comprador indicando R$ 112 por saca.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no farelo, e mistos no óleo na sexta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 1,41% no grão, de 2,27% no farelo e de 0,24% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato setembro/20 do grão atingiu a máxima de US$ 9,5250 por bushel. No final da sessão, trocou de mãos a US$ 9,5050 por bushel. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 8,75 pontos nos principais vencimentos. O vencimento novembro/20 operava com ganhos de 5,75 pontos, com negócios a US$ 9,4775 por bushel.

• O mercado acumulou alta de 5% na semana e enfileirou cinco sessões de alta, fechando no maior patamar desde 21 de janeiro.

• As preocupações com o clima no cinturão produtor dos Estados Unidos, indicando que a safra não deverá ser tão grande quanto o esperado inicialmente, e a crescente demanda pela soja americana deram sustentação ao mercado. A retomada das conversas entre China e Estados Unidos para o cumprimento da fase 1 do acordo comercial anima os agentes.


CHINA O Brasil pediu a autoridades chinesas para que apresentem os resultados dos testes laboratoriais que detectaram traços do novo coronavírus em asas de frango exportadas pelo país, indicou um comunicado enviado à Reuters pelo Ministério da Agricultura nesta quarta-feira. Segundo reportagem da Agência Reuters, a solicitação foi realizada durante uma reunião na cidade de Shenzhen, na província de Guangdong, onde adidos agrícolas brasileiros se encontraram com autoridades sanitárias e comerciais locais, disse a nota.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em forte queda de 2,83% no mercado à vista, cotado a R$ 5,4170 para venda, no menor valor de fechamento desde o dia 13 e na maior queda percentual diária desde 5 de junho (-2,86%), refletindo o apetite ao risco que prevaleceu no exterior com investidores digerindo o anúncio do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) ontem sobre a mudança de estratégia quanto a inflação média. Diante disso, a moeda interrompeu a sequência de três altas seguidas ao se desvalorizar 3,4% na semana.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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