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Informativo Diário

29/07/2019

COM VOLATILIDADE EM CHICAGO, SOJA ENCERRA SEMANA COM PREÇOS MISTOS E POUCOS NEGÓCIOS REPORTADOS

Na sexta-feira, o mercado interno de soja encerrou a semana calmo nas diferentes praças de negociação do país. Com a volatilidade de Chicago e o recuo do dólar, as cotações encerraram a semana praticamente inalteradas. Os preços permanecem pouco atrativos, o que tem mantido os produtores distantes das negociações. Diante disso, poucos negócios foram reportados ao longo da semana no país.

RS: as cotações ficaram de estáveis a mais baixas no estado. Segundo informações, aproximadamente 50 mil toneladas de soja gaúcha trocaram de mãos ao longo da semana.

PR: mercado calmo no estado. Os preços recuaram no estado e não foram reportados negócios relevantes ao longo do dia.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no óleo, e mistos no farelo na sexta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,08% no grão e de 0,70% no óleo, e perdas de 0,26% no farelo.

• O mercado encerrou a semana com uma sessão volátil e com ganhos garantidos por um movimento de cobertura de posições vendidas por parte de fundos e especuladores.

• As cotações também foram motivadas pela expectativa de avanço nas negociações comerciais entre chineses e norte-americanos. Na semana que vem, uma comitiva dos Estados Unidos visita Pequim para retomar as conversas. O mercado alimenta a esperança que novas aquisições de produtos agrícolas americanos sejam anunciadas pelos chineses.


CHINA O assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, afirmou que não espera um grande acordo com a China durante encontro entre representantes de ambos os países, na próxima semana. "Eu não esperaria um grande acordo", disse em entrevista ao canal CNBC. "Conversando co nossos negociadores, eu acho que eles vão recomeçar as conversas e retomar de onde pararam em maio", completou. O representante de Comércio dos Estados Unidos, Robert Lighthizer, e o secretário do Tesouro do país, Steven Mnuchin, viajarão para Xangai no dia 30 de julho para retomar as negociações comerciais com o país. As conversas haviam sido interrompidas em maio, quando os Estados Unidos aplicaram taxas de 25% a US$ 250 bilhões em bens importados chineses. Kudlow disse ainda que novas tarifas podem sem aplicadas, como já teria sido indicado pelo presidente norte-americano, Donald Trump. "O presidente indicou que poderia aplicar novas tarifas, porque ele tinha esse recurso à disposição", disse.


ARGENTINA O candidato à vice-presidência pela aliança Juntos pela Mudança (Juntos por el Cambio), Miguel Angel Pichetto, disse que a economia da Artengina está começando a se estabilizar, e assegurou que se o presidente Mauricio Macri for reeleito em outubro, o desafio do governo será "o crescimento e emprego". De acordo com a agência de notícias oficial "Télam", as declarações de Pichetto ocorreram em uma coletiva de imprensa em um hotel no Mar del Plata.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,29% no mercado à vista, cotado a R$ 3,7730 para venda, em sessão de poucas oscilações na segunda parte dos negócios, em meio à negócios reduzidos, investidores à véspera do fim de semana e à espera de uma semana carregada de decisões quanto a taxa de juros em importantes economia e indicadores econômicos fortes. No mercado local, a liquidez corroborou para a queda da moeda estrangeira. Na semana, a moeda estrangeira se valorizou em 0,72%. O diretor superintendente de câmbio da Correparti, Jefferson Rugik, destaca o movimento no começo da sessão após a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano no segundo trimestre, um pouco acima das previsões (+2,1% ante projeção de +2,0%).


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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