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Informativo Diário

28/02/2020

APÓS BATER R$ 4,50, DÓLAR RENOVA MÁXIMAS E ANIMA MERCADO DE SOJA NO PAÍS

Na quinta-feira, o mercado interno de soja apresentou melhor movimentação nas diversas praças de negociação do país. A moeda norte-americana segue contribuindo para o avanço das cotações e possibilitando o avanço da comercialização. Ao longo do dia, o dólar atingiu a casa dos R$ 4,50 e os agentes aproveitaram para negociar. Segundo rumores, mais de 350 mil toneladas de soja trocaram de mãos ao longo do dia no país.

RS: houve alta nos preços e bom volume de negócios foi reportado. Na região portuária, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 91/saca CIF para embarque e pagamento curtos. Segundo rumores, mais de 100 mil toneladas de soja trocaram de mãos no estado ao longo do dia.

PR: houve alta nas cotações e melhores negócios foram reportados no estado. Na região portuária, o comprador ainda sinalizava R$ 92/saca CIF para embarque no mês de março/21 e pagamento em meados de maio/21.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão e no farelo, e em queda no óleo na quinta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,59% no grão e de 1,92% no farelo, e perdas de 0,82% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato março/20 atingiu a máxima de US$ 8,8775 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,8625 por bushel, com alta de 5,25 pontos. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 4 pontos nos principais vencimentos. O vencimento maio/20 operava com ganhos de 2 pontos, com negócios a US$ 8,94 por bushel.

• As primeiras posições subiram, ainda ancoradas na suspensão do registro de exportação da Argentina.

• Já as mais distantes foram pressionadas pelas preocupações com os efeitos do coronavírus sobre a economia mundial e pelo fraco resultado das exportações semanais norte-americanas.

• As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2019/20, com início em 1 de setembro, ficaram em 339.300 toneladas na semana encerrada em 20 de fevereiro. Representa uma retração de 31% frente à semana anterior e um recuo de 38% ante à média das últimas quatro semanas. O Japão liderou as importações, com 108.200 toneladas.

• Para a temporada 2020/21, são mais 22.100 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 600 mil a 900 mil toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).


CHINA Desde ontem, o número de mortes na China causadas por infecção pelo novo coronavírus subiu em 29, para 2.744, de acordo com a Comissão Nacional de Saúde do país, em comunicado. Ao todo, 78.497 casos foram confirmados em 31 províncias chinesas, e há 2.358 casos suspeitos. Segundo as autoridades de saúde do país, 26 das novas mortes relatadas ocorreram na província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan, epicentro do surto de coronavírus. Apenas em Wuhan foram confirmadas 19 novas mortes. Além disso, entre os 433 novos casos confirmados na China, 409 ocorreram em Hubei. Ao todo, 65.596 pessoas testaram positivo para o vírus na província e, deste total, 47.824 pacientes estão na capital Wuhan.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,58%, sendo negociado a R$ 4,4770 ara venda e a R$ 4,4750 para compra, renovando a máxima histórica registrada ontem, quando ficou a R$ 4,4510 para venda. Durante o dia, a moeda norteamericana oscilou entre a mínima de R$ 4,4500 e a máxima de R$ 4,5020. A divisa norte-americana segue avançando e renovando pelo sexto pregão seguido a máxima histórica de fechamento, além de engatar a sétima alta seguida. A aversão global ao risco prevalece tendo os desdobramentos do coronavírus como pano de fundo. No movimento intraday, a moeda renovou a máxima histórica a R$ 4,5020.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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