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Informativo Diário

25/02/2021

SOJA TEM FORTE ALTA EM CHICAGO, PREÇOS VOLTAM A SUBIR E MELHORES NEGÓCIOS SÃO REGISTRADOS NO PAÍS

Na quarta-feira, o mercado interno de soja esteve calmo nas principais praças de negociação do país. A commodity teve mais uma sessão positiva em Chicago, atingindo os patamares de US$ 14,26 ao longo do pregão e fechando próximo da máxima do dia. O câmbio e os prêmios nos portos recuaram, impedindo uma alta mais consistente nas cotações domésticas. Muita soja úmida segue sendo recebida e há longas filas para descarregar, o que também tem contribuído para o atraso dos trabalhos de colheita.

RS: dia de alta nos preços e mercado calmo. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de julho/21, rumores de negócios até R$ 173,50 por saca. No interior do estado, indicações nominais entre R$ 165 e R$ 166 por saca CIF para embarque e pagamento curto.

PR: mercado calmo e cotações firmes no estado. Para embarque e pagamento em meados de março/21, rumores de negócios na faixa de R$ 167 por saca CIF na região portuária, no melhor momento do dia. Na região oeste, indicações nominais na faixa de R$ 157 por saca no disponível.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão, no farelo e no óleo na quarta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 1,26% no grão, de 0,42% no farelo e de 3,81% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato março/21 do grão atingiu a máxima de US$ 14,2650 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 14,2375/bushel. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 16 pontos nos principais vencimentos. O vencimento maio/21 operava com ganhos de 14,5 pontos, com negócios a US$ 14,23 por bushel.

• Foi a quarta sessão consecutiva de ganhos, com forte presença de fundos e especuladores na ponta comprador.

• Os agentes testaram novos patamares. O objetivo é encontrar o nível de preços que possa comprometer a demanda pela oleaginosa americana. Por enquanto, a procura segue firme, tanto por parte dos exportadores como dos esmagadores americanos. Até porque o atraso na colheita da soja brasileira deve adiar os embarques.

• Amanhã, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) vai divulgar as vendas líquidas semanais daquele país. O mercado projeta número entre 200 mil e 1,3 milhão de toneladas. Durante toda a semana não houve anúncio de novas vendas por parte dos exportadores privados, ainda reflexo da ausência recente da China do mercado, devido ao feriado prolongado no Ano Novo Lunar.

• Em termos de fundamentos, o comportamento do clima na América do Sul é motivo de preocupação e patrocina o movimento comprador dos fundos. A umidade prejudica a colheita no Brasil, Na Argentina, o problema é o clima seco, comprometendo o desenvolvimento das lavouras.


CHINA A China está pronta para aumentar a troca comercial e econômica com os Estados Unidos. O novo ministro do comércio chinês, Wang Wentao, espera trabalhar com os colegas estadunidenses para focar na cooperação e administrar as diferenças.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,34% no mercado à vista, cotado a R$ 5,4230 para venda, em dia misto no exterior em meio à oscilação das moedas de países emergentes com o avanço dos juros dos títulos de dívida do governo dos Estados Unidos, as treasuries, em que o título com vencimento de 10 anos chegou a operar acima de 1,40%. As falas do presidente do banco central norte-americano aliviaram os ativos, enquanto aqui, o mercado segue atento à política local após o adiamento da votação da PEC Emergencial para a semana que vem.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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