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Informativo Diário

07/04/2021

DÓLAR TEM FIRME QUEDA, PREÇOS FÍSICOS TÊM POUCA ALTERAÇÃO E MERCADO CONTINUA LENTO NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja permaneceu calmo nas principais praças de negociação do país. No melhor momento do pregão, enquanto a commodity operava nos níveis de US$ 14,30 por bushel em Chicago, melhores indicações de compra e negócios envolvendo volumes pontuais foram registrados. Já na parte da tarde, com a firme queda do câmbio e a redução dos ganhos na bolsa, os agentes se afastaram das negociações.

RS: preços inalterados e negócios pontuais reportados. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de maio/junho’21, indicações nominais entre R$ 178 e R$ 179 por saca CIF, enquanto no spot a indicação fica em R$ 173. No interior do estado, comprador indicando entre R$ 166 e R$ 167 por saca FOB para embarque e pagamento curtos.

PR: mercado calmo e cotações oscilando de forma mista. Para embarque e pagamento em meados de julho/21, indicação de compra na faixa de R$ 180 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicação de compra a R$ 164 por saca no disponível.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no óleo, e mistos no farelo na terça-feira. Nas posições spot, ganhos de 0,42% no grão, de 0,02% no farelo e de 2,10% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato maio/21 do grão atingiu a máxima de US$ 14,31 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 14,1875 por bushel. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 8,25 pontos nos principais vencimentos. O vencimento jul/21 operava com ganhos de 8,25 pontos, com negócios a US$ 14,1375 por bushel.

• As preocupações com o clima na América do Sul e a previsão de área abaixo do esperado nos Estados Unidos deram sustentação ao mercado.

• O excesso de chuvas no Brasil e a falta na Argentina sinalizam ao mercado uma menor disponibilidade da oleaginosas. Com a possibilidade dos Estados Unidos não colherem a safra tão grande quanto o esperado, as preocupações com a manutenção de estoques apertados ganham força.

• No final do dia, no entanto, o mercado perdeu força diante de pressão técnica. Os agentes também começam a se posicionar frente ao relatório de oferta e demanda de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na sexta, 9.


CHINA A economia chinesa, que já havia retomado os níveis de crescimento vistos antes da pandemia ainda no ano passado, deve se expandir em ritmo mais forte do que o esperado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), que prevê agora uma alta de 8,4% para o Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2021 ante projeção de 8,1% feita em janeiro. Para 2022, a previsão se manteve em 5,6%. Em 2020, o PIB chinês cresceu 2,3%. "Na China, as medidas eficazes de contenção, uma resposta vigorosa ao investimento público e o apoio de liquidez do banco central facilitaram uma forte recuperação", diz o FMI em relatório.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 1,37% no mercado à vista, cotado a R$ 5,6010 para venda, no menor valor de fechamento desde o dia 23, em viés de ajuste e seguindo o exterior em sessão mais positiva para as moedas de países emergentes, além da queda dos rendimentos das taxas de juros futuros dos títulos do governo norte-americano, as treasuries, no qual o vencimento de 10 anos operou ao redor de 1,66%. Aqui, o imbróglio em torno do Orçamento deste ano segue no radar.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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