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Informativo Diário

04/12/2019

DÓLAR RECUA NOVAMENTE E SOJA TEM DIA DE PREÇOS MISTOS E LENTIDÃO NAS NEGOCIAÇÕES

Na terça-feira, o mercado interno de soja permaneceu em ritmo lento nas diferentes praças de negociação do país. Encerrando no campo positivo, a oleaginosa interrompeu uma sequência de oito pregões consecutivos de perdas em Chicago. Entretanto, a moeda norte-americana voltou a recuar, o que resultou em oscilações mistas nos preços no mercado físico. Com preços pouco atrativos, os negócios mantiveram-se escassos no país e o foco dos agentessegue no trabalho de semeadura.

RS: preços inalterados e sem registro de lotes significativos comercializados. Na região portuária, o comprador oferecia R$ 87 por saca CIF para embarque no mês de maio/20 e pagamento em meados de junho/20. Na região de Passo Fundo, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 84,50 para embarque e pagamento curtos, porém não houve negócios relevantes.

PR: os negócios permanecem escassos e os preços mantiveram-se estáveis no estado. Na região portuária, as indicações seguem na faixa de R$ 88,50 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de dezembro, porém sem contrapartida de vendas.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no óleo, e mistos no farelo na terça-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,05% no grão, 0,41% no farelo e 0,10% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato janeiro/20 atingiu a máxima de US$ 8,7575 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,71 por bushel, com alta de 0,5 ponto. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 1,25 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 operava com ganhos de 1,25 pontos, com negócios a US$ 8,8650 por bushel.

• Após oito sessões seguidas de perdas, o mercado buscou uma recuperação. De qualquer forma, a ampla oferta global da soja e a fraca demanda pelo produto norte-americano limitaram o ímpeto comprador, assim como novas declarações do presidente norte-americano Donald Trump, sinalizando que um acordo com a China segue distante. Já o andamento da colheita nos Estados Unidos num ritmo abaixo do esperado apareceu como fator de suporte.

• Trump voltou a dizer que não assinará qualquer acordo comercial que não beneficie os Estados Unidos, indicando que Washington e Pequim estão em fase crucial de negociações. "A China quer muito um acordo comercial com os Estados Unidos. A economia chinesa está desacelerando e esse ritmo se agravou depois da imposição das nossas tarifas sobre bens chineses", afirmou disse Trump em declarações a repórteres no âmbito da reunião da Otan, em Londres.

• As novas declarações de Trump sobre o assunto acontecem depois que o presidente norte-americano disse, nesta manhã, que poderia esperar até as eleições dos Estados Unidos, marcadas para novembro de 2020, para concluir o acordo comercial com a China.

• O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução colheita das lavouras de soja. Até 1 de dezembro, a área colhida estava apontada em 96%. Em igual período do ano passado, a colheita era de 97%. A média é de 99%. Na semana anterior, estava em 41%. O mercado apostava em número de 97%.


CHINA O presidente norte-americano, Donald Trump, voltou a dizer que não assinará qualquer acordo comercial que não beneficie os Estados Unidos, indicando que Washington e Pequim estão em fase crucial de negociações. As novas declarações de Trump sobre o assunto acontecem depois que o presidente norte-americano disse, nesta manhã, que poderia esperar até as eleições dos Estados Unidos, marcadas para novembro de 2020, para concluir o acordo comercial com a China.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com queda de 0,26%, sendo negociado a R$ 4,2070 para venda e a R$ 4,2050 para compra. Durante o dia, a moeda norteamericana oscilou entre a mínima de R$ 4,1880 e a máxima de R$ 4,2170. A divisa norte-americana fechou no segundo pregão seguido de queda e no menor valor de fechamento em dez dias, influenciado pela euforia do mercado doméstico com o resultado acima do esperado do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro a 0,60%, diante projeção de +0,50% no terceiro trimestre do ano em relação ao trimestre anterior.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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