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Informativo Diário

31/07/2019

SOJA RECUA EM CHICAGO E PREÇOS TÊM OSCILAÇÃO MISTA NO MERCADO INTERNO

Na terça-feira, o mercado interno de soja manteve o ritmo lento nas principais praças de negociação do país. Com perdas de até 7,5 pontos nos principais vencimentos em Chicago, as cotações voltaram a recuar na maioria das principais regiões. Em um dia de cautela, a moeda norte-americana encerrou com ligeiros ganhos, pouco afetando os preços. Com isso, diante da falta de atratividade das cotações da soja, alguns agentestêm demonstrado maior interesse no milho.

RS: dia de queda nas cotações e pouca movimentação no estado.

PR: mercado permanece em ritmo lento e os preçostiveram queda.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão e no farelo, e mistos no óleo na terça-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,79% no grão, de 1,28% no farelo e de 0,42% no óleo.

• A previsão de clima favorável às lavouras americanas e sinais negativos sobre as negociações comerciais entre Estados Unidos e China pressionaram o mercado.

• Os boletins indicam chuvas e temperaturas amenas para o cinturão produtor americano nos próximos dias. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de soja.

• Segundo o USDA, até 28 de julho, 54% estavam entre boas e excelentes condições, 33% em situação regular e 13% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 54%, 34% e 12%, respectivamente. O mercado esperava 54% das lavouras entre boas e excelentes condições.

• O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que a negociação comercial com a China pode se tornar ainda mais dura se o governo do país asiático decidir esperar as eleições presidenciais do próximo ano, no mesmo dia em que representantes comerciais de ambos os países se encontram em Xangai para discutir um acordo comercial.

• "A China está indo muito mal, o pior ano em 27 - e deve começar a comprar nossos produtos agrícolas agora - não há sinais de que eles vão fazer isso. Este é o problema com a China, eles simplesmente não vão adiante. Nossa economia se tornou muito maior do que a economia chinesa nos últimos três anos", disse em seu Twitter.


CHINA O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar o Federal Reserve, afirmando que o banco central norte-americano não faz nada para a economia do país, na mesma semana de decisão de política monetária da instituição. "A União Europeia e a China vão diminuir ainda mais suas taxas de juros e injetar dinheiro em seus sistemas, tornando mais fácil para seus industriais venderem produtos. Enquanto isso, e com baixa inflação, nosso Fed não faz nada - e provavelmente vai fazer muito pouco em comparação. Uma pena", disse em seu Twitter. A crítica ocorre na mesma semana em que os principais bancos centrais do mundo apresentam suas decisões de política monetária. O Banco da Inglaterra (BoE) apresenta sua decisão na quinta-feira, do Banco do Japão (BoJ), na terçafeira.


CHINA O governo da China não vai relaxar os controles das propriedades como medida de estímulo de curto prazo ante a maior pressão de queda que sobre a economia do país, mas impulsionará outras medidas para enfrentar os "novos desafios", indicou o Politurbo do Partido Comunista, segundo a agência estatal de notícias, Xinhua. As informaçõessão da agência "Dow Jones". Em uma reunião liderada pelo presidente chinês, Xi Jinping, o Politurbo - órgão composto por 25 líderes do partido - pediu para as autoridades para abordar com eficácia o impacto econômico da guerra comercial, acelerando os esforços para implementar a política de "seis estabilizações", disse Xinhua.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,18% no mercado à vista, negociado a R$ 3,7910 para venda, com investidores locais e no exterior cautelosos à espera da decisão de política monetária do Federal Reserve Fed, o banco central norteamericano), e do brasileiro amanhã. O mercado aposta em queda da taxa básica de juros aqui e lá. O mercado aguarda decisão dos bancos centrais à espera de corte de 0,25 ou de 0,50 ponto percentual pelo Banco Central (BC) brasileiro e para o Fed. O que levou investidores a não "tomarem" posições em mais uma sessão, mantendo a oscilação do dólar entre R$ 3,77 e R$ 3,80.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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