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Informativo Diário

21/05/2020

DÓLAR TEM FORTE QUEDA, MAS CHICAGO E PRÊMIOS SUSTENTAM PREÇOS DA SOJA

Na quarta-feira, o mercado interno de soja esteve calmo nas principais praças de negociação do país. Na sessão de hoje o câmbio operou nos menores níveis em aproximadamente duas semanas, o que tem determinado a lentidão no mercado. Porém, os prêmios permanecem firmes e, em Chicago, a commodity voltou a avançar, encostando nos níveis de US$ 8,50 por bushel. Com isso, os preços ficaram de estáveis a mais altos e negócios moderados foram registrados ao longo do dia no país.

RS: preços inalterados e mercado calmo. Na região portuária, para embarque e pagamento em meados de abril/maio/21, as indicações permanecem entre R$ 107 e R$ 108 por saca. Para embarque e pagamento em meados de agosto deste ano, as indicações continuam na faixa de R$ 116.

PR: mercado calmo e cotações avançando no estado. Para embarque em março/abril/21 e pagamento em meados de maio/21, as indicações estavam entre R$ 107 e R$ 107,50 por saca CIF. Para embarque no mês de setembro e pagamento em meados de outubro deste ano, havia possibilidade de negócios entre R$ 117 e R$ 118.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no óleo, e mistos no farelo na quarta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,50% no grão, de 0,31% no farelo e de 0,99% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato julho/20 atingiu a máxima de US$ 8,4950 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,4675 por bushel, com alta de 4,25 pontos. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 6 pontos nos principais vencimentos. O vencimento agosto/20 operava com ganhos de 5,75 pontos, com negócios a US$ 8,51 por bushel.

• O sentimento de retomada da demanda chinesa pela commodity americana, o salto do petróleo e a perspectiva de reabertura da economia global garantiram a sustentação.

• Mesmo sem o anúncio de novas vendas nesta semana por parte do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o mercado espera um número positivo para o relatório semanal, que será divulgado amanhã. O mercado aposta em volume entre 900 mil e 1,5 milhão. Na semana passada, as vendas líquidas foram de 1,095 milhão de toneladas.

• Ao final da sessão, o barril do petróleo WTI subiu mais de 4% em Nova York. Os índices acionários subiam mais de 1% em Wall Street e o dollar index recuava 0,23%. O cenário financeiro melhorou com o sentimento de que a economia mundial poderá ser reaberta logo, antecipando a recuperação.


CHINA O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a endurecer sua retórica contra a China, acusando mais uma vez o país asiático de ter sido responsável pela disseminação do novo coronavírus ao deixar de adotar medidas mais duras. "Alguns malucos na China acabaram de divulgar uma declaração culpando todo mundo, exceto a China, pelo vírus, que já matou centenas de milhares de pessoas. Por favor, explique a esses drogados que foi a 'incompetência da China', e nada mais, que causou esse massacre em todo o mundo!", disse Trump, no Twitter.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,33%, sendo negociado a R$ R$ 5,6840 para venda e a R$ 5,6820 para compra. Durante o dia, e a moeda norteamericana oscilou entre a mínima de R$ 5,6700 e a máxima de R$ 5,7550. A divisa norte-americana recuou significativamente, nos menores patamares em duas semanas, em dia mais positivo para ativos globais, principalmente para as moedas de países emergentes, em meio à busca por risco. O noticiário doméstico mais tranquilo corroborou para o recuo da moeda.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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