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Informativo Diário

30/09/2019

COM COTAÇÕES POUCO ATRATIVAS, MERCADO DE SOJA ENCERRA SEMANA POUCO AGITADO E AGENTES FOCAM NO INÍCIO DO PLANTIO

Na sexta-feira, o mercado interno de soja encerrou a semana calmo nas principais praças de negociação do país. Em Chicago, a oleaginosa registrou perdas de até 5,5 pontos nos principais vencimentos. Em relação à moeda norte-americana, a divisa percorreu pela casa dos R$4,16, atingiu à máxima de R$ 4,1690 e encerrou com ligeiras perdas. Diante destes fatores, as cotações ficaram de estáveis a mais baixas no mercado doméstico e somente negócios pontuais foram reportados ao longo do dia no país. Os trabalhos de plantio da nova safra brasileira de soja chegam a 0,9% da área total esperada no país.

RS: houve queda nas cotações e mercado encerrando a semana em ritmo lento. Na região portuária, houve indicações na faixa dos R$ 86,50 para pagamento e entrega no mês de novembro. Rumores de aproximadamente 10 mil toneladas negociadas na sessão de hoje.

PR: dia de queda nos preços e negócios pontuais reportados. Em Paranaguá, houve indicações na faixa dos R$ 85,50 na safra nova para o mês de fevereiro. Segundo rumores, entre 15 e 20 mil toneladas de soja trocaram de mãos ao longo do dia no estado. Os trabalhos de semeadura já se iniciaram no estado e atingiram aproximadamente 4% da área total esperada.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão e no óleo, e mistos no farelo na sexta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,61% no grão, 0,30% no farelo e de 1,34% no óleo.

• O dia foi de consolidação técnica, com os agentes praticamente zerando os ganhos acumulados ao longo da semana.

• A previsão de clima favorável ao início da colheita nos Estados Unidos e a busca por um melhor posicionamento frente ao relatório de estoques trimestrais do Departamento de Agricultura de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na segunda, favoreceram as vendas técnicas.

• A semana foi marcada por um bom volume de compras chinesas de soja dos Estados Unidos, sinalizando a proximidade de um acordo comercial entre as duas principais economias do mundo. Hoje foi anunciada uma operação envolvendo 126 mil toneladas.


CHINA A China está interessada em comprar mais produtos agrícolas dos Estados Unidos, disse o ministro de Relações Exteriores da China, Wang Yi, antes da rodada de negociações comerciais previstas para o início de outubro, em Washington. "Do lado chinês, estamos dispostos a comprar mais produtos necessários ao mercado chinês", disse o ministro ontem a repórteres da "Reuters", à margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. "Espero que os dois lados possam adotar medidas entusiasmadas para reduzir as ações e a linguagem pessimista. Se todos fizerem isso, as negociações não apenas serão retomaras como vão avançar e gerar resultados", acrescentou Wang. Na manhã de ontem, Pequim anunciou a compra de quantidades consideráveis de produtos agrícolas dos Estados Unidos, em especial carne de porco e soja.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,12% no mercado à vista, cotado a R$ 4,1570 para venda, com investidores calibrando a expectativa para o encontro marcado entre Estados Unidos e China, em 10 de outubro, e as incertezas em torno do pedido de processo de impeachment do presidente norte-americano, Donald Trump, à véspera do fim de semana e com o início da disputa pela formação de preço da taxa Ptax - média das cotações apurada pelo Banco Central (BC) - de fim de mês. O diretor superintendente de câmbio da Correparti, Jefferson Rugik, ressalta que a perspectiva da retomada das conversas entre Estados Unidos e China levou o dólar às mínimas da sessão [R$ 4,1470, -0,36%]. "A moeda teve uma reação pontual de alta, transitando pela casa dos R$4,16 [indo às máximas de R$ 4,1690, +0,17%] com a informação de que norte-americanos consideram limitar seus investimentos na China", acrescenta.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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