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Informativo Diário

23/07/2019

SOJA INICIA SEMANA COM FORTE QUEDA EM CHICAGO E PREÇOS RECUAM NO PAÍS

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana em ritmo lento nas diferentes praças de negociação do país. Com perdas de até 13,5 pontos nos principais vencimentos em Chicago, as cotações da oleaginosa voltaram a recuar no mercado doméstico. A moeda norte-americana teve um dia de ligeiras perdas, contribuindo para que o mercado iniciasse a semana bastante calmo no país. Conforme rumores, não foram reportados negócios relevantes ao longo do dia.

RS: as cotações recuaram no estado. Segundo rumores, somente negócios pontuais foram reportados ao longo do dia.

PR: mercado calmo no estado. Os preços tiveram queda no estado e, conforme informações, não foram registrados negócios relevantes ao longo do dia.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em forte queda no grão, no farelo e no óleo na segunda-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 1,46% no grão, de 0,89% no farelo e de 1,31% no óleo.

• A previsão de temperaturas amenas no final de semana nos Estados Unidos e a falta de acordo comercial entre China e Estados Unidos pressionaram o mercado.

• Os agentes aguardam o relatório de logo mais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), com os dados sobre as condições das lavouras. A expectativa é de que 54% estejam entre boas e excelentes condições, mesmo número da semana anterior.

• Os participantes esperavam ainda a confirmação de compras chinesas de soja americana, hipótese levantada na semana passada. A falta de avanço nessa questão completou o cenário negativo.

• As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 559.462 toneladas na semana encerrada no dia 18 de julho, conforme relatório semanal divulgado pelo USDA. Analistas esperavam o número em 600 mil toneladas.


CHINA A disputa sobre alimentos da China com os Estados Unidos está ficando cara em casa. Isso não significa que uma resolução para as tensões comerciais estão próximas, mas pode ajudar a conter uma nova escalada. As informações são da agência de notícias "Dow Jones". Algumas empresas chinesas fizeram consultas com exportadores dos Estados Unidos sobre a compra de produtos agrícolas e pediram a Pequim isenções tarifárias, de acordo com reportagem publicada ontem pela agência de notícias oficial da China, "Xinhua".


ARGENTINA Levantamento semanal divulgado pelo Ministério da Agroindústria da Argentina indicou que a colheita de soja da safra 2018/19 do país seguia em 97% da área cultivada de 17,007 milhões de hectares até o dia 18 de julho. De acordo com o Ministério, na semana anterior a colheita estava também em 97%. No mesmo período do ano passado, a ceifa atingia 100% dos 17,259 milhões de hectares cultivados na temporada 2017/18. Já a comercialização da safra 2017/18 de soja da Argentina, até dia 10 de julho, chegou a 38,499 milhões de toneladas ou 101% da produção do país.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,18% no mercado à vista, cotado a R$ 3,7390 para venda, em sessão de poucos negócios, pouca oscilação e poucas notícias aqui e lá fora. Investidores fazem movimentações pontuais atentos às decisões de política monetária nos próximas dias na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil. Para o analista de câmbio da Correparti, Ricardo Gomes Filho, a entrada de dólares de investidores estrangeiros "ávidos" pela oferta de ações de grandes companhias durante a semana tem corroborado para manter o dólar abaixo do nível de R$ 3,75, como também o mercado de ações brasileiro em alta.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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