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Informativo Diário

04/10/2019

CHICAGO E DÓLAR TÊM MAIS UM DIA NEGATIVO E COTAÇÕES DA SOJA RECUAM NO PAÍS

Na quinta-feira, o mercado interno de soja esteve bastante lento nas principais praças de negociação do país. A moeda norte-americana atingiu a mínima de R$ 4,0750 ao longo do pregão, encerrando com queda de mais de 1%, trazendo novas perdas para as cotações no mercado doméstico. Em Chicago, a oleaginosa encerrou novamente no campo negativo, o que contribuiu para afastar os agentes das negociações. Na região do Matopiba, rumores indicam que ao menos 200 mil toneladas de soja trocaram de mãos ao longo desta semana.

RS: os preços recuaram no estado e os negócios seguem escassos. Na região portuária, a pedida era R$ 88 por saca para pagamento e entrega no mês de novembro. Somente na safra nova, ao menos 25 mil toneladas de soja trocaram de mãos ao longo do dia. No total, aproximadamente 40 mil toneladas foram negociadas no estado.

PR: dia de queda nas cotações e o mercado permanece em ritmo lento no estado. Em Cascavel, o comprador oferecia R$ 81 para entrega imediata, porém não foram registrados negócios relevantes ao longo do dia.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, em queda no farelo e em alta no óleo na quinta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,21% no grão e 0,76% no farelo, e ganhos de 2,54% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/19 atingiu a máxima de US$ 9,1850 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 9,1175 por bushel, com queda de 2 pontos. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com perdas de até 1,25 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/20 recuava 1 ponto, com negócios a US$ 9,3750 por bushel.

• Em sessão volátil, as atenções estiveram voltadas ao próximo relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, que sairá dia 10, além da retomada nas negociações entre os governos chinês e norte-americano - marcado para a mesma data.

• Mais cedo, o grão chegou a registrar ganhos, reflexo das exportações semanais norte-americanas bem acima do esperado por analistas, além de uma nova compra de produto norte-americano por parte da China.

• As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2019/20, com início em 1 de outubro, ficaram em 2.076.100 toneladas na semana encerrada em 26 de setembro. A China liderou as importações, com 1,557.800 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 800 mil a 1,5 milhão de toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).


CHINA Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 252.000 toneladas de soja para a China, com entrega na temporada 2019/20. Somente nesta semana, mais de 700.000 toneladas em vendas para o país asiático já foram confirmadas, sendo que na segunda-feira (30) uma quantidade entre duas e dez cargas de soja já haviam sido vendidas, segundo fontes.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com queda de 1,11%, sendo negociado a R$ 4,0890 para venda e a R$ 4,0870 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0750 e a máxima de R$ 4,1300. O recuo da divisa foi influenciado pelo exterior em meio às apostas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) deverá cortar mais a taxa de juros nos Estados Unidos após mais uma rodada de indicadores da economia norte-americana mais fracos.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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