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Informativo Diário

17/09/2020

COM FORTE ALTA EM CHICAGO, COTAÇÕES DA SOJA AVANÇAM, MAS MERCADO SEGUE TRAVADO NO PAÍS

Na quarta-feira, o mercado interno de soja continuou pouco movimentado nas principais praças de negociação do país. Em dia de firme alta em Chicago, que atingiu os patamares de US$ 10,1375/bushel ao longo do dia, os preços da commodity voltaram a avançar no disponível. Porém, a moeda norteamericana fechou com recuo significativo e neutralizou parte dos ganhos. A escassez de produto segue determinando a lentidão do mercado, que encerrou a sessão sem negócios aparentes.

RS: os preços avançaram no estado, porém o mercado permanece pouco ofertado. Na região portuária do estado, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 149 por saca CIF para embarque no mês de dezembro e pagamento em meados de janeiro/21, porém sem contrapartida de venda. Na safra nova, para embarque e pagamento em meados de junho/21, indicações de compra entre R$ 123 e R$ 124 por saca.

PR: preços firmes e mercado travado. Para embarque em março/21 e pagamento no final de abril/21, indicações na faixa de R$ 124 por saca CIF na região portuária. Na região de Toledo, indicações de compra entre R$ 140 e R$ 141 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de outubro/novembro, porém sem contrapartida de venda.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão, no farelo e no óleo na quarta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 1,99% no grão, de 2,06% no farelo e de 2,52% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/20 do grão atingiu a máxima de US$ 10,1375 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 10,1125/bushel. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 16,25 pontos nos principais vencimentos. O vencimento janeiro/21 operava com ganhos de 16,25 pontos, com negócios a US$ 10,12 por bushel.

• Depois da pausa de ontem, fundos e especuladores aproveitaram barganhas e colocaram os contratos nos melhores níveis desde 1 de junho de 2018 no gráfico contínuo.

• As cotações fecharam próximas das máximas do dia, impulsionadas pela forte demanda pela soja americana e pela perspectiva de safra abaixo do esperados nos Estados Unidos.

• O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou pela manhã uma nova venda de 327 mil toneladas por parte dos exportadores privados para a China. Amanhã saem os números semanais para os embarques americanos e a expectativa do mercado é de vendas entre 1,5 milhão e 2,8 milhões de toneladas.

• As lavouras americanas se encaminham para o início da colheita com clima desfavorável. O potencial produtivo foi comprometido e a safra ficará abaixo do esperado inicialmente, reduzindo os estoques de passagem.


CHINA A decisão da Organização Mundial do Comércio (OMC) em favor da China mostra a necessidade de forma na organização, de acordo com o escritório do Represente Comercial dos Estados Unidos, em comunicado. "O relatório da OMC sobre a ação dos Estados Unidos contra a China mostra necessidade de reforma", diz a nota. Ontem, a organização determinou que algumas tarifas aplicadas pelos Estados Unidos à importação de produtos da China violam as regras de comércio global.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,92% no mercado à vista, cotado a R$ 5,2400 para venda - no menor valor de fechamento desde 31 de julho (quando encerrou a R$ 5,2160) - reagindo ao comunicado da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e às sinalizações do presidente da autoridade monetária, Jerome Powell, sobre os próximos passos do banco central.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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