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Informativo Diário

06/04/2020

COM OS PRINCIPAIS REFERENCIAIS EM DIREÇÕES OPOSTAS, SOJA PERMANECE COM PREÇOS MISTOS E ENCERRA A SEMANA COM NEGÓCIOS MODERADOS NO PAÍS

Na sexta-feira, o mercado interno de soja ficou pouco agitado nas diferentes praças de negociação do país. O câmbio segue renovando máximas, enfileirando o sexto pregão consecutivo no campo positivo e atingindo os níveis de R$ 5,3280 ao longo do pregão. Em Chicago, a commodity teve seu terceiro dia de perdas e chegou a operar a US$ 8,50 por bushel. Com os principais referenciais ainda em direções opostas, as cotações permanecem com oscilação mista no mercado doméstico e negócios moderados seguem sendo reportados. Os trabalhos de colheita da nova safra brasileira de soja chegam a 82,2% da área total esperada.

RS: cotações firmes e negócios razoáveis seguem sendo apontados no estado. Na região portuária, as indicações estavam na faixa de R$ 106 por saca CIF para embarque no mês de julho e pagamento em meados de agosto deste ano. Ao todo, pelo menos 50 mil toneladas de soja foram comercializadas no estado.

PR: negócios moderados reportados e preços firmes. Na região portuária, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 105 por saca CIF para embarque e pagamento em meados de junho deste ano.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão e no farelo, e mistos no óleo na sexta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,52% no grão e de 1,91% no farelo, e ganhos de 0,72% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato maio/20 atingiu a máxima de US$ 8,6450 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,5425 por bushel, com queda de 4,5 pontos. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com perdas de até 6,75 pontos nos principais vencimentos. O vencimento julho/20 operava com perdas de 5,75 pontos, com negócios a US$ 8,5825 por bushel.

• Em meio à pandemia do coronavírus e às preocupações com a economia global, a alta do dólar frente a outras moedas tira competitividade da oleaginosa americana, pressionando as cotações.

• O mercado teve um dia volátil e esboçou uma recuperação, com base na alta acentuada do petróleo. Mas na parte da tarde, a perspectiva de queda na demanda pela soja dos Estados Unidos predominou, ampliando a queda semanal para a casa de 3%.


CHINA A China registrou apenas dois novos casos de infecção local por coronavírus e 29 novas infecções importadas, ou seja, de pessoas que se contaminaram fora do país, segundo a Comissão Nacional de Saúde. O número total de casos, tanto locais como importados, foi para 81.620, em 31 províncias chinesas. Nenhum novo caso local foi registrado na província de Hubei, onde o vírus foi detectado pela primeira vez, em dezembro do ano passado. Já o número de mortes subiu em quatro, para 3.322. Segundo as autoridades de saúde do país, todos casos fatais ocorreram em Hubei. Na província, 67.802 pessoas testaram positivo para o vírus e, deste total, 65.057 pacientes estão na capital Wuhan. A província de Hubei reportou 3.203 mortes por covid-19.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,15%, sendo negociado a R$ 5,3270 para venda e a R$ 5,3250 para compra, renovando a máxima histórica de fechamento de ontem. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2680 e a máxima de R$ 5,3270. Na semana, o dólar comercial registrou alta de 4,39%. A divisa norte-americana fechou com alta significativa, renovando a máxima de fechamento pelo terceiro dia seguido, além de engatar a sexta alta consecutiva. A forte aversão ao risco prevaleceu no exterior em meio aos primeiros dados do mercado de trabalho em março no qual mostrou o fechamento de vagas de trabalho e o crescimento da taxa de desemprego nos Estados Unidos, em março.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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