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Informativo Diário

12/06/2019

DÓLAR ATINGE MENOR PATAMAR EM DOIS MESES E PREÇOS DA SOJA VOLTAM A RECUAR

Na terça-feira, o mercado interno de soja permaneceu pouco agitado nas diferentes praças de negociação do país. A moeda norte-americana alcançou a mínima de R$ 3,8440 ao longo do pregão, afetando as cotações no mercado doméstico. Em Chicago, a oleaginosa teve um dia bastante volátil após o relatório de junho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), colaborando para que a comercialização se mantivesse em ritmo lento.

RS: não foram reportados negócios relevantes ao longo do dia. Os preços recuaram no estado e as pedidas estão entre R$ 80 e R$ 81 na região de Passo Fundo.

PR: preços recuando no estado e não houve registro de negócios relevantes. A comercialização para a safra 2019/20 chegou a aproximadamente 15% no estado.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no farelo, e em queda no óleo nesta terçafeira. Nas posições spot, ganhos de 0,08% no grão e de 0,31% no farelo, e perdas de 0,58% no óleo.

• Em dia volátil, a oleaginosa acompanhou o desempenho dos produtos vizinhos, principalmente do milho, após o relatório de junho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

• Para a soja, o levantamento foi considerado entre neutro e baixista, ao indicar estoques americanos acima do esperado e mantendo a previsão de produção americana. Mas para o milho, os números foram altistas. Os ganhos chegaram a superar 3%, com estoques e produção projetados abaixo do esperado.

• O mercado iniciou o dia sob pressão. O USDA indicou plantio americano acima do esperado pelo mercado. Até 9 de junho, a área plantada estava apontada em 60%. Em igual período do ano passado, a semeadura era de 92%. A média é de 88%. Na semana anterior, o percentual era de 39 pontos. O mercado apostava em percentual de 56 pontos.


CHINA A China disse que vai responder se os Estados Unidos aumentarem as tensões comerciais, após o presidente norte-americano, Donald Trump, voltar a ameaçar Pequim com a aplicação de novas taxas a produtos importados chineses. "Nossa posição sobre as questões comerciais entre a China e os Estados Unidos é clara e firme. A China não quer uma guerra comercial, mas não temos medo de lutar contra uma", disse o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China, Geng Shuang, em coletiva regular de imprensa. "Se os Estados Unidos estiverem prontos para consultas em igualdade, nossa porta está aberta. Mas se os Estados Unidos insistirem na escalada de atritos, lutaremos até o fim com determinação firme", de acordo com o porta-voz.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,90% no mercado à vista, cotado a R$ 3,8500 para venda, após renovar mínimas sucessivas ao longo da sessão chegando à mínima de R$ 3,8440 (-1,05%), em linha com o mercado externo, onde o cenário foi positivo para moedas de países emergentes. Aqui, investidores reagiram aos avanços da pauta política com a aprovação do crédito extra para o governo federal, enquanto aguardam a apresentação do parecer da reforma da Previdência, previsto para quinta-feira. O diretor da Correparti, Ricardo Gomes, destaca que o acordo entre parlamentares da base do governo e da oposição permitindo a votação do pedido de crédito suplementar de R$ 248,9 bilhões para cumprimento da regra de ouro do orçamento, "alimentou" o otimismo local que levou o investidor a buscar risco.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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