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Informativo Diário

04/12/2020

DÓLAR TEM FORTE QUEDA E TRAVA MERCADO DE SOJA NO PAÍS

Na quinta-feira, o mercado interno de soja permaneceu pouco agitado nas diversas praças de negociação do país. Depois de três pregões consecutivos de queda, a commodity encerrou o dia com importantes ganhos em Chicago. Já o câmbio teve forte queda, chegando a operar nos níveis de R$ 5,12 por dólar ao longo do dia. Com isso, o mercado interno de soja permaneceu arrastado e sem movimentações relevantes ao longo do dia.

RS: cotações nominais e mercado pouco ofertado. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de julho/21, havia possibilidade de negócios até R$ 141 por saca no melhor momento do dia. No interior do estado, havia possibilidade de negócios entre R$ 147 e R$ 148 por saca FOB para embarque e pagamento em meados de dezembro/janeiro, porém sem contrapartida de vendas.

PR: os preços seguem recuando no estado e pouca movimentação foi reportada. Para embarque e pagamento em meados de março/21, indicações de compra na faixa de R$ 137 por saca CIF na região portuária, também no melhor momento do dia. Na região oeste, indicações de compra até R$ 145 por saca no disponível, porém sem contrapartida de venda.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão, no farelo e no óleo na quinta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 1,32% no grão, de 0,84% no farelo e de 3,22% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/20 do grão atingiu a máxima de US$ 11,7075 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 11,6825/bushel. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 12,5 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/21 operava com ganhos de 12,25 pontos, com negócios a US$ 11,67 por bushel.

• Após três sessões de perdas, quando o mercado recuou para os menores níveis desde 16 de novembro, as cotações foram sustentadas por fatores técnicos.

• A alta do petróleo ajudou no movimento de compras, assim como a preocupação com o impacto climático na América do Sul. Apesar do retorno das chuvas, ainda há regiões que precisam de maior umidade para assegurar o plantio e o desenvolvimento das lavouras.

• Os fracos números para as exportações semanais americanas ficaram em segundo plano. As vendas, referentes à temporada 2020/21, com início em 1 de setembro, ficaram em 406.900 toneladas na semana encerrada em 26 de novembro. Foi o menor nível do ano comercial e representa uma queda de 47% sobre a semana anterior e de 68% na média em quatro semanas. Os analistas esperavam exportações entre 400 mil e 1,15 milhão de toneladas.


CHINA As negociações entre o Fundo Monetário Internacional (FMI) e as autoridades argentinas na direção de um programa de apoio estão progredindo, mas ainda não há um prazo para que um acordo seja anunciado, disse o diretor de comunicação do organismo multilateral, Gerry Rice, durante coletiva de imprensa.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em forte queda de 1,94% no mercado à vista, cotado a R$ 5,1390 para venda, no menor nível de fechamento desde 30 de julho (quando encerrou a R$ 5,1590), em sessão positiva no mercado doméstico em meio à novas entradas de fluxo estrangeiro, com a queda global da divisa norte-americana, além de investidores reagirem às captações feitas ontem pelo Tesouro Nacional no exterior.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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