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Informativo Diário

19/08/2020

CHICAGO E DÓLAR RECUAM, MAS FALTA DE PRODUTO SEGUE SUSTENTANDO AS COTAÇÕES NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja permaneceu lento nas diferentes praças de negociação do país. A commodity teve uma sessão de poucas novidades. Em Chicago, após atingir o maior nível desde março na sessão anterior, a commodity realizou lucros e fechou com ligeiras perdas. O câmbio também encerrou no campo negativo, oscilando entre R$ 5,4230 e R$ 5,5170 por dólar ao longo do dia. O mercado permanece pouco ofertado e a escassez de produto segue pressionandoas cotações no mercado físico.

RS: cotações mistas no estado e pouca movimentação reportada. Na região portuária, indicações na faixa R$ 131 por saca CIF para embarque imediato e pagamento em meados de setembro/outubro. Para embarque e pagamento em meados de julho/21, indicações entre R$ 117 e R$ 118 por saca CIF, porém sem contrapartida de venda.

PR: preços avançando no estado e mercado calmo. Para embarque em abril/21 e pagamento em maio/21, indicações na faixa de R$ 115,50 por saca CIF região portuária. Na região oeste do estado, indicações nominais entre R$ 126 e R$ 127 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de setembro/outubro deste ano, porém as pedidas estão entre R$ 133 e R$ 134 por saca. Para 2022, indicações na faixa de R$ 115 por saca para embarque e pagamento em meados de fevereiro/22.


CHICAGO(CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, em queda no farelo e em alta no óleo na terça-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,05% no grão e de 0,70% no farelo, e ganhos de 0,89% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato setembro/20 do grão atingiu a máxima de US$ 9,1475 por bushel. No final da sessão, trocou de mãos a US$ 9,12 por bushel. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 3,75 pontos nos principais vencimentos. O vencimento novembro/20 operava com perdas de 3,5 pontos, com negócios a US$ 9,1175 por bushel.

• Após atingir ontem o maior patamar desde março, o mercado teve um dia de realização de lucros.

• Os primeiros números da crop tour da Pro Farmer, indicando boa produtividade em Ohio e na Dakota do Sul, ajudaram a pressionar as cotações. Mas em relação às lavouras americanas, o centro das atenções está em Iowa, que contabiliza as perdas em decorrência da tempestade da semana passada.

• Ontem, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou queda nas condições das lavouras americanas. O índice de lavouras entre boas e excelentes condições baixou de 74% para 72%, mas dentro do esperado pelo mercado.

• A correção de hoje foi limitada pela demanda firme pela soja americana. Hoje os vendedores privados dos Estados Unidos indicaram mais uma venda de soja. Desta vez, foram 130 mil toneladas para destinos não revelados.


CHINA Com a China se aproximando de uma vacina contra o novo coronavírus, os principais funcionários de Pequim e alguns de seus fabricantes de medicamentos começaram a prometer acesso antecipado a países de interesse estratégico, uma vez que buscam sustentar sua posição global após uma pandemia que afetou os laços geopolíticos. As informações são da agência de notícias "Dow Jones". O Ministério das Relações Exteriores da China prometeu às Filipinas acesso prioritário a uma vacina chinesa, enquanto a empresa privada chinesa Sinovac Biotech concordou em trabalhar com o Brasil e a Indonésia para produzir centenas de milhões de doses de sua vacina candidata para uso local.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,45%, sendo negociado a R$ 5,4710 para venda, diante de um ligeiro otimismo com a permanência de Paulo Guedes, ministro da Economia, no governo. Ao longo da sessão e moeda norte-americana chegou a opera em alta, refletindo um movimento pontual de saída de recursos.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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