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Informativo Diário

09/09/2019

CHICAGO E DÓLAR RECUAM E MERCADO DE SOJA ENCERRA SEMANA EM RITMO LENTO

Na sexta-feira, o mercado interno de soja esteve pouco agitado nas principais praças de negociação do país. A oleaginosa encerrou novamente no campo negativo em Chicago. Em relação ao dólar, a divisa rompeu uma sequência de dez sessões consecutivas acima de R$ 4,10. Diante disso, as cotações voltaram a recuar no mercado doméstico e não foram reportados negócios relevantes ao longo do dia no país. A comercialização da safra brasileira de soja 2018/19 chega a 85,8% da produção total esperada, enquanto na safra 2019/20 este percentual é de 20,8%.

RS: as cotações recuaram no estado. Na região portuária, houve indicações na faixa dos R$ 86 para pagamento e entrega no mês de outubro.

PR: mercado calmo no estado. Os preços recuaram no estado e não foram reportados negócios relevantes ao longo do dia.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT),os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão e no farelo, e em alta no óleo na sextafeira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,55% no grão e de 0,51% no farelo, e ganhos de 0,03% no óleo.

• Em dia volátil, os negociadores procuraram um melhor posicionamento frente ao relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado no dia 12.

• A continuidade da guerra comercial entre China e Estados Unidos e o clima favorável ao desenvolvimento das lavouras americanas completaram o cenário de pressão. Na semana, as perdas ficaram em 1.3%.

• Hoje, dois fatores ajudaram a sustentar os preços no início do dia: as boas exportações semanais americanas, que ficaram acima do esperado, e um movimento de compras de barganha, com os investidores aproveitando as recentes perdas. Mas no final do dia, a preocupação com os estoques elevados nos Estados Unidos predominou e pressionou as cotações.


CHINA Os representantes comerciais da China e dos Estados Unidos concordaram em se encontrar em Washington em outubro, para retomar as negociações interrompidas desde o final de julho, de acordo com um comunicado do Ministério do Comércio chinês. O vice-primeiro-ministro da China e negociador-chefe do país, Liu He, falou por teleconferência na manhã de hoje com o representante dos Estados Unidos para o Comércio, Robert Lighthizer, e o secretário do Tesouro norte-americano, Steven Mnuchin. "Os dois lados concordaram em realizar a décima terceira rodada de consultas econômicas e comerciais de alto nível entre China e Estados Unidos em Washington no início de outubro, depois os dois lados manterão uma comunicação estreita", diz a nota. Segundo o comunicado, serão realizadas consultas em meados de setembro para preparar a reunião. "Os dois lados concordaram que deveriam trabalhar juntos e tomar ações práticas para criar condições favoráveis para as consultas".


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,09% no mercado à vista, cotado a R$ 4,1100 para venda, na máxima do dia, invertendo o sinal no fim dos negócios após operar majoritariamente em queda ao longo da sessão. Apesar do ambiente interno e externo mais positivo, o fluxo interno fez a moeda no mercado futuro buscar o nível de R$ 4,12. "Foi fluxo. A demanda interna por moeda levou o dólar a subir quase no fim das negociações [dólar à vista], enquanto o futuro disparou. Além disso, o dólar lá fora passou a subir", comenta o diretor de uma corretora estrangeira.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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