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Informativo Diário

24/09/2019

COM ALTA DE CHICAGO E DÓLAR, PREÇOS DA SOJA AVANÇAM, MAS COMERCIALIZAÇÃO SEGUE EM RITMO LENTO NO PAÍS

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana calmo nas diversas praças de negociação do país. Com ganhos de até 9,75 pontos nos principais vencimentos em Chicago, os preços da oleaginosa avançaram no mercado doméstico. Em relação ao dólar, a divisa também encerrou no campo positivo, contribuindo para que melhores negócios fossem registrados em algumas regiões. Entretanto, os agentes seguem cautelosos, aguardando melhores oportunidades para negociar.

RS: cotações avançando e volumes razoáveis negociados. Na região portuária, houve indicações na faixa dos R$ 87 para pagamento e entrega no mês de novembro. Rumores de aproximadamente 30 mil toneladas negociadas ao longo do dia no estado.

PR: houve alta nos preços, mas o mercado permanece pouco agitado e sem registro de negóciosrelevantes ao longo do dia.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no farelo, e em queda no óleo na segunda-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 1,10% no grão e 1,16% no farelo, e perdas de 0,30% no óleo.

• O mercado buscou suporte em uma série de fatores, como o clima excessivamente úmido em regiões produtoras do Meio-Oeste norteamericano, que pode afetar a qualidade da soja. O avanço nas negociações entre os Estados Unidos e a China também influenciou positivamente, assim como o tempo seco no Brasil, que atrasam o início do plantio. Porém, o grão fechou distante das máximas do dia, quando novembro se aproximou de US$ 9,00 por bushel. As informações partem de agências internacionais.

• As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 922.550 toneladas na semana encerrada no dia 19 de setembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 668.496 toneladas. No ano passado, em igual período, o total fora de 719.339 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1 de setembro, as inspeções estão em 2.164.513 toneladas, contra 2.340.915 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.


CHINA A China disse que as reuniões técnicas sobre comércio realizadas na semana passada com os Estados Unidos foram "construtivas", e os dois lados vão continuar conversando, segundo comunicado do Ministério do Comércio da China, publicado no final de semana. O vice-ministro de Finanças da China, Liao Min, liderou a delegação chinesa em Washington nos dias 19 e 20 de setembro, em reuniões técnicas para preparar a próxima rodada de negociações de alto nível prevista para o início de outubro, na capital norte-americana. "As equipes econômicas e comerciais da China e dos Estados Unidos realizaram consultas em nível vice-ministerial em Washington e conduziram discussões construtivas sobre questões econômicas e comerciais de interesse comum", segundo o comunicado.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,45% no mercado à vista, cotado a R$ 4,1720 para venda, refletindo a cautela de investidores no exterior em meio ao receio de recessão da economia da zona do euro após dados de atividade mais fracos, mostrando que a região não tem apresentado sinais de recuperação da economia. A espera do mercado por novidades em relação a guerra comercial entre Estados Unidos e China corroborou para uma cotação mais pressionada ao longo do pregão. "Prevaleceu a cautela dos investidores depois dos dados mais fracos na zona do euro, além de aguardarem os novos desdobramentos em relação a guerra comercial", comenta o gerente de mesa de câmbio da Correparti, Guilherme Esquelbek.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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