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Informativo Diário

08/01/2021

PRINCIPAIS REFERENCIAIS SEGUEM EM DIREÇÕES OPOSTAS E SOJA TEM DIA DE PREÇOS REGIONALIZADOS NO FÍSICO

Na quinta-feira, o mercado interno de soja esteve calmo nas diversas praças de negociação do país. A commodity realizou parte dos lucros em Chicago, após seis pregões consecutivos de ganhos. Já o câmbio permaneceu firme, chegando a operar acima de R$ 5,40 por dólar ao longo do dia. Com os principais referenciais em direções opostas, o dia foi de preços regionalizados e pouca movimentação reportada.

RS: preços nominais e mercado vazio de ofertas. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de julho/21, havia possibilidade de negócios até R$ 165 por saca no melhor momento do dia. No interior do estado, indicações nominais entre R$ 159 e R$ 162 por saca CIF para embarque e pagamento dentro de janeiro, porém sem contrapartida de vendas.

PR: pouca movimentação no estado e preços mistos. Para embarque e pagamento em meados de março/21, indicações de compra na faixa de R$ 162 por saca CIF na região portuária, também no melhor momento do dia. Na região oeste, indicações nominais na faixa de R$ 159 por saca no disponível, porém sem lotes significativos comercializados.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, no farelo e no óleo na quinta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 0,34% no grão, de 1,19% no farelo e de 0,09% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato janeiro/21 do grão atingiu a máxima de US$ 13,68 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 13,6050/bushel. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de até 18 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/21 operava com perdas de 18 pontos, com negócios a US$ 13,4350 por bushel.

• Após seis sessões seguidas de alta e de atingir o maior patamar em seis ano e meio, o mercado finalmente realizou parte dos lucros acumulados no período.

• O resultado das exportações semanais americanas ficou abaixo do esperado e acelerou o movimento de vendas, apesar do anúncio de novas vendas por parte de exportadores privados.

• As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2020/21, com início em 1 de setembro, ficaram em 37.000 toneladas na semana encerrada em 31 de dezembro - menor patamar da temporada. Representa uma retração de 95% frente à semana anterior e um recuo de 94% sobre a média das últimas quatro semanas.

• Para 2021/22, foram mais 79,8 mil toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 400 mil e 925 mil toneladas, somando-se as duas temporadas.

• O Departamento de agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou vendas por parte de exportadores privados para destinos não revelados em um total de 343,35 mil toneladas. Mas a informação foi insuficiente para conter o movimento corretivo. Apenas reduziu as perdas no final da sessão.


CHINA A cidade de Shijiazhuang, capital da província de Hebei, na China, entrou em bloqueio para conter o avanço de infecções pelo novo coronavírus da região, nas proximidades de Pequim. A província reportou 51 novos casos em dia. A cidade suspendeu o transporte rodoviário intermunicipal de passageiros, segundo a Comissão Nacional de Saúde, em nota. Além disso, todas as aulas presenciais em creches, escolas primárias e secundárias foram suspensas. Testes em massa também estão sendo realizados. A cidade possui cerca de 10,4 milhões de habitantes.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em forte alta de 1,77% no mercado à vista, cotado a R$ 5,3990 para venda, no maior valor de fechamento desde 23 de novembro do ano passado, em mais uma sessão de forte volatilidade. As incertezas com o cenário fiscal e o risco local prevaleceram, ofuscando a notícia de que a vacina contra a covid-19, desenvolvida pela Sinovac e o Instituto Butantan, a CoronaVac - atingiu 78% de eficácia.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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