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Informativo Diário

21/09/2020

CHICAGO E DÓLAR ENCERRAM A SEMANA COM FIRME ALTA E SACA DA SOJA ENCOSTA NOS R$ 130 NA SAFRA NOVA

Na sexta-feira, o mercado interno de soja encerrou a semana lento nas diversas praças de negociação do país. Em um dia bastante positivo, os preços da commodity voltaram a avançar no mercado doméstico. Em Chicago, a soja teve mais um dia de firme alta e se aproximou dos patamares de US$ 10,50/bushel. Já o câmbio, ampliou ganhos ao longo do dia e fechou nos R$ 5,37 por dólar. Com metade do volume da safra 2020/21 já comprometido, os preços da nova safra começam a ser pressionados e se aproximam dos R$ 130 por saca nos portos. Apesar das cotações elevadas, a semana foi de lentidão nos negócios e somente lotes pontuais trocaram de mãos no país.

RS: preços avançando no estado e mercado encerrando a semana pouco ofertado. Na região portuária do estado, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 150 por saca CIF para embarque no mês de dezembro e pagamento em meados de janeiro/21, porém sem contrapartida de venda. Na safra nova, para embarque e pagamento em meados de junho/21, indicações de compra entre R$ 128 e R$ 128,50 por saca.

PR: cotações firmes no estado e mercado pouco ofertado. Para embarque em março/21 e pagamento no final de abril/21, indicações de compra até R$ 128,50 por saca CIF na região portuária. Na região de Toledo, indicações de compra entre R$ 142 e R$ 143 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de outubro/novembro, porém sem contrapartida de venda


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no farelo, e mistos no óleo na sexta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 1,45% no grão, de 2,11% no farelo e de 0,91% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/20 do grão atingiu a máxima de US$ 10,4675 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 10,4350/bushel. • A forte demanda pela oleaginosa dos Estados Unidos, principalmente por parte da China, voltou a sustentar o mercado, que atingiu os melhores níveis desde o final de abril no gráfico contínuo. • Na parte da manhã, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou nova venda por parte dos exportadores privados para a China, envolvendo 132 mil toneladas. Também foram vendidas 100 mil toneladas de farelo para destinos não revelados. • Na semana, a posição novembro acumulou valorização de 4,71%, enfileirando a sexta semana seguida de ganhos.


CHINA O Exército de Libertação Popular da China começou a realizar exercícios militares perto do Estreito de Taiwan, um dia após a chegada de um vice secretário de Estado dos Estados Unidos à ilha, Keith Krach. As informações são da agência de notícias "Sputnik". O porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Ren Guoqiang, chamou esses exercícios de "uma ação legítima e necessária destinada a proteger a soberania nacional e a integridade territorial em face da atual situação no Estreito de Taiwan".


CÂMBIO O dólar comercial fechou em forte alta de 2,73% no mercado à vista, cotado a R$ 5,3750 para venda - na maior alta desde 1 de setembro - em sessão de forte volatilidade e amplitude da moeda que renovou máximas sucessivas na reta final dos negócios a R$ 5,3770 reagindo ao movimento de forte aversão ao risco que prevaleceu no exterior, além de fluxo de saída de moeda estrangeira em dia com poucos negócios no mercado doméstico. Com isso, o real teve um dos piores desempenhos entre as moedas globais na sessão.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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