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Informativo Diário

23/04/2020

COM ALTA DE CHICAGO E DÓLAR, PREÇOS DA SOJA AVANÇAM E MELHORES NEGÓCIOS SÃO REPORTADOS NO PAÍS

Na quarta-feira, o mercado interno de soja retornou do feriado com melhor movimentação nas principais praças de negociação do país. Em uma sessão bastante positiva para a commodity, os preços avançaram significativamente no mercado doméstico e melhores negócios foram reportados com soja no país. O câmbio segue avançando e atingiu a máxima histórica de fechamento. Já em Chicago, a oleaginosa voltou a subir, contribuindo para dar ritmo à comercialização. Ao todo, aproximadamente 300 mil toneladas de soja trocaram de mãos ao longo do dia.

RS: cotações avançando no estado e negócios razoáveis registrados no estado. Na região portuária, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 105 por saca CIF para embarque e pagamento em meados de junho/julho deste ano. Ao todo, pelo menos 50 mil toneladas de soja trocaram de mãos ao longo do dia.

PR: houve alta nos preços e melhores negócios foram registrados. Na região portuária, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 106 por saca CIF para embarque e pagamento em meados de julho/agosto deste ano.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão e no óleo, e em queda no farelo na quarta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,48% no grão e de 0,86% no óleo, e perdas de 0,27% no farelo. No melhor momento do dia, o contrato maio/20 atingiu a máxima de US$ 8,39 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,3475 por bushel, com alta de 4 pontos. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 3,75 pontos nos principais vencimentos. O vencimento julho/20 operava com ganhos de 1,5 ponto, com negócios a US$ 8,4225 por bushel.

• As primeiras posições subiram e as demais apresentaram perdas para o grão. O farelo recuou e o óleo subiu.

• A recuperação do petróleo, a venda de 198 mil toneladas do grão para a China por parte de exportadores privados americanos e a continuidade do movimento de compras técnicas garantiram a sustentação moderada das primeiras posições. Recentemente, o mercado chegou a bater no menor nível em 11 meses, deflagrando compras de barganha.

• Mas as posições mais distantes, assim como os contratos do farelo, sentem a pressão dos efeitos do coronavírus sobre a economia global, com fechamento de plantas de empresas produtoras de carne nos Estados colocando em xeque a demanda.


CHINA Os casos diários de infecção pelo novo coronavírus na China subiram em 30, para 82.788, segundo a Comissão Nacional de Saúde do país. Já as mortes somaram 4.632, nenhuma a mais do que ontem. Entre os novos casos, 23 são importados, ou seja, de pessoas que se contaminaram fora do país, e 7 são de transmissões locais, mostram os dados das autoridades chinesas. Nenhum novo caso foi registrado na província de Hubei, onde o vírus foi detectado pela primeira vez, em dezembro do ano passado, mantendo o número de infectados em 68.128. A província também não reportou nenhuma morte a mais, mantendo o total de óbitos em 4.512.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,95%, sendo negociado a R$ 5,4120 para venda e a R$ 5,4100 para compra, renovando a máxima histórica de fechamento de 3 de abril, quando fechou a R$ 5,3270. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3040 e a máxima de R$ 5,4160. A divisa norte-americana voltou a avançar, atingindo a máxima histórica de fechamento, em sessão de correção na volta do feriado local, exterior mais negativo para moedas de países emergentes e com apostas de que o Banco Central (BC) deverá cortar a taxa básica de juros (Selic) no início de maio.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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