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Informativo Diário

10/08/2020

COM FORTE ALTA DO DÓLAR, COTAÇÕES SEGUEM AVANÇANDO E NEGÓCIOS ANTECIPADOS PARA 2022 SÃO REPORTADOS NO PAÍS

Na sexta-feira, o mercado interno de soja encerrou a semana calmo nas diferentes praças de negociação do país. O câmbio avançou significativamente e encerrou a semana com alta de 3,76%, acima dos R$ 5,40 por dólar. Porém, em Chicago, a commodity recuou pelo quinto pregão seguido e atingiu a mínima de US$ 8,71 durante o dia. Na melhor parte do dia, os preços voltaram a avançar no mercado físico e já há soja sendo negociada para 2022 na faixa de R$ 97 por saca na região de Montividiu.

RS: dia de alta nas cotações e mercado calmo. Na região portuária, para embarque e pagamento em meados de junho/21, indicações na faixa de R$ 112 por saca CIF Rio Grande. Para embarque imediato e pagamento em meados de setembro deste ano, havia possibilidade de negócios até R$ 127 por saca CIF, porém sem contrapartida de venda.

PR: preços firmes no estado e pouca movimentação reportada. Para embarque em março/21 e pagamento em abril/21, indicações na faixa de R$ 111,50 por saca CIF região portuária. Na região oeste do estado, indicações nominais entre R$ 120,50 e R$ 121,50 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de setembro/outubro deste ano, porém as pedidas permanecem na faixa de R$ 123 por saca.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão, no farelo e no óleo na sexta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 1,19% no grão, de 0,24% no farelo e de 0,53% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato agosto/20 do grão atingiu a máxima de US$ 8,7875 por bushel. No final da sessão, trocou de mãos a US$ 8,7025 por bushel. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com perdas de até 9 pontos nos principais vencimentos. O vencimento setembro/20 operava com perdas de 8,25 pontos, com negócios a US$ 8,6650 por bushel.

• As cotações recuaram pela quarta sessão consecutiva, atingindo o menor patamar desde 30 de junho.

• Com o clima favorecendo, as lavouras vão se desenvolvendo bem nos Estados Unidos. A expectativa é de safra cheia. Na quarta, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) vai atualizar suas estimativas e o sentimento é de que a previsão de produção será elevada.

• Apesar do USDA ter anunciado uma venda de 456 mil toneladas para a China hoje, as tensões geopolíticas entre as duas principais economias do mundo são motivo de preocupação. O mercado financeiro teve um dia nervoso, completando o quadro negativo para as cotações.


CHINA O Departamento do Tesouro norte-americano impôs sanções a 11 oficiais chineses sob o argumento de colocar fim à autonomia de Hong Kong e restringir a liberdade de expressão e reunião de seus cidadãos. A medida faz parte de uma legislação assinada pelo presidente norteamericano, Donald Trump, em 14 de junho e que declara emergência nacional em relação à situação em Hong Kong depois que o Partido Comunista Chinês implementou uma lei de segurança nacional ao território.


CÂMBIO O dólar comercial passou o dia reagindo ao clima de cautela no mercado internacional diante de conflitos na maior economia do mundo. A tensão entre Estados Unidos e China, além do impasse dos legisladores norteamericanos sobre a aprovação de um pacote de US$ 1,0 trilhão para estimular a economia diante da pandemia, fizeram o dólar comercial fechar em alta de 1,25%, sendo negociado a R$ 5,4120 para venda. Na semana, a moeda registrou avanço de 3,76%.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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