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Informativo Diário

13/04/2020

EM DIA DE USDA, PREÇOS DA SOJA PERMANECEM MISTOS E MERCADO ENCERRA A SEMANA CALMO NO PAÍS

Na quinta-feira, o mercado interno de soja encerrou a semana lento nas diversas praças de negociação do país. Finalizando a semana pela quarta vez seguida no campo negativo, a moeda norte-americana se aproxima dos níveis de R$ 5 por dólar. No dia do relatório de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que teve viés neutro, a commodity manteve os ganhos significativos que apresentava pouco antes do meio-pregão. Com os principais referenciais permanecendo em direções opostas, os preços seguem com oscilação mista no mercado doméstico e poucos negócios foram reportados com soja no país. Os trabalhos de colheita da nova safra brasileira de soja chegam a 87,6% da área total esperada.

RS: mercado pouco movimentado e cotações mais fracas no estado. Na região portuária, no melhor momento do dia, as indicações estavam na faixa de R$ 103,50 por saca CIF para embarque e pagamento em meados de maio deste ano. No total, pelo menos 25 mil toneladas de soja trocaram de mãos no estado ao longo do dia. 

PR: preços estáveis e mercado pouco agitado no estado. Na região portuária, havia possibilidade de negócios na faixa de R$ 104,50 por saca CIF para embarque no mês de julho e pagamento em meados de agosto deste ano.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no óleo, e mistos no farelo na quinta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 1,05% no grão e de 0,84% no óleo, e perdas de 0,10% no farelo. No melhor momento do dia, o contrato maio/20 atingiu a máxima de US$ 8,67 por bushel. No final da sessão, trocava de mãos a US$ 8,6350 por bushel, com alta de 9 pontos.

• As medidas anunciadas pelo Federal Reserve (Fed), o banco central americano, para impulsionar a economia dos Estados Unidos garantiram a alta.

• A alta inicial do petróleo ajudou a formar esse movimento de alta. Mas em meio às especulações em torno de um acordo na reunião da Opep+ a commodity mudou de direção diversas vezes. Perto do fechamento de Chicago, as perdas se aproximavam de 10%, após ter tido uma alta semelhante na parte da manhã.

• O mercado também avaliou o relatório de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A previsão para os estoques finais americanos ficou bem acima do esperado pelo mercado. Já os estoques mundiais tiveram um corte superior ao estimado. O USDA ainda cortou as projeções de safra do Brasil e da Argentina e elevou a previsão para as importações chinesas.


CHINA A China ainda enfrenta riscos de um novo avanço no número de casos de covid-19 no país, e anunciou medidas adicionais para evitar a propagação do vírus, como o aumento de testes para identificar pessoas assintomáticas e maior vigilância nas regiões de fronteiras. "A pandemia pode se recuperar em casa no contexto de casos de agrupamentos encontrados recentemente", de acordo com o Conselho de Estado chinês, em comunicado. O gabinete apelou pelo aumento de esforços para descobrir e fortalecer os pontos fracos na prevenção e controle.


CÂMBIO Na reta final dos negócios, o dólar comercial desacelera a queda e cai menos de 1% rondando o nível de R$ 5,10 em movimento de cautela à véspera de um feriado prolongado. Ainda assim, a moeda vai encerrar a semana em queda e interromperá uma sequência de sete semanas seguidas de valorização. Às 16h45 (horário local), o dólar à vista recuava 0,87%, cotado a R$ 5,0990 para venda. A divisa norte-americana segue recuando, enfileirando o quarto pregão seguido de queda. O bom humor prevaleceu no exterior em meio ao anúncio de mais estímulos anunciados pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) para a economia dos Estados Unidos.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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