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Informativo Diário

21/08/2019

DÓLAR RECUA E MERCADO DE SOJA PERMANECE CALMO NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja permaneceu em ritmo lento nas diversas praças de negociação do país. Com Chicago e dólar novamente em direções opostas, as cotações ficaram predominantemente estáveis no mercado doméstico e não foram reportados negócios relevantes ao longo do dia no país. Segundo rumores, somente no Rio Grande do Sul houve registro de aproximadamente 50 mil toneladas de soja trocando de mãos.

RS: mercado com preços inalterados em um dia de movimentação razoável. Segundo rumores, aproximadamente 50 mil toneladas foram negociadas ao longo do dia no estado.

PR: as cotações encerraram estáveis em um mercado com negócios isolados, sem grandes movimentações.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, em alta no farelo e em queda no óleo na terça-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,20% no grão e de 0,68% no farelo, e perdas de 0,87% no óleo.

• O mercado encontrou sustentação inicial na piora das condições das lavouras americanas, conforme relatório divulgado no final da segunda pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As primeiras sinalizações da Crop Tour realizada pela Pro Farmer, com produtividade baixa, também ajudou a elevar os contratos.

• Mas a previsão de clima favorável para as próximas semanas na região produtora dos Estados Unidos, com as lavouras em fase crítica para a definição do potencial produtivo, ajudou a reduzir os ganhos na parte final da sessão.


CHINA O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que ainda não está pronto para fazer um acordo com os chineses. Segundo ele, "alguém precisava tomar uma atitude em relação à China" já que "ela estava pegando todo nosso dinheiro para construir aviões e máquinas enquanto nós não evoluíamos e eu não posso deixar isso acontecer", disse ele em uma conferência à imprensa. Trump deu como exemplo a ideia de que se fosse preciso impor tarifas sobre a exportação de carros para a União Europeia (UE), ele faria. "Tenho certeza que a UE não gostaria disso e faria o que pedíssemos para impedir isso", afirmou ele, dando a entender que a China precisava seguir os mesmos passos caso quisesse evitar uma crise em sua economia.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,41% no mercado à vista, cotado a R$ 4,0520 para venda, no terceiro pregão seguido acima do patamar de R$ 4,00, em dia mais positivo para as moedas de países emergentes, com leve correção diante da forte alta das divisas ontem. "O dólar operou por quase todo o pregão em queda, alinhado ao exterior onde a moeda estrangeira perdeu terreno para parte das emergentes. As medidas de estímulos de bancos centrais e de grandes países para afastar o risco de uma recessão global foram os principais motivos para a queda do dólar", comenta o analista de câmbio da Correparti, Guilherme Esquelbek.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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