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Informativo Diário

16/09/2019

CHICAGO E DÓLAR AVANÇAM, MAS MERCADO DE SOJA PERMANECE EM RITMO LENTO NO PAÍS

Na sexta-feira, o mercado interno de soja encerrou a semana pouco agitado nas principais praças de negociação do país. A posição novembro atingiu a máxima de US$ 9,0350 por bushel ao longo do pregão em Chicago. Já em relação a moeda norte-americana, a divisa também teve um dia de importantes ganhos. Diante disso, os preços registraram ligeiros ganhos em algumas das principais regiões, mas não foram reportados negócios relevantes ao longo do dia no país.

RS: os preços ficaram de estáveis a mais altos em um mercado sem registro de negócios relevantes. No porto de Rio Grande, houve indicações na faixa dos R$ 86,50 para pagamento e entrega no mês de outubro.

PR: registro de cotações mais altas em um mercado com negócios pontuais, sem grandes volumes envolvidos.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão e no óleo, e em alta no farelo na sexta-feira. Nas posições spot, os ganhos foram de 0,19% no grão e 0,70% no farelo, e perdas de 0,27% no óleo.

• Os avanços nas negociações comerciais entre China e Estados Unidos seguiram dando sustentação ao mercado. Hoje, o governo chinês incluiu a soja e a carne suína na lista de exceções tarifárias. Além disso, a China retornou ao mercado americano com a aquisição de 204 mil toneladas de soja em grão.

• A consequência desse clima de otimismo foi a posição novembro, durante a máxima do dia, chegou a romper a casa de US$ 9,00 por bushel. Isso não ocorria desde 30 de julho.


CHINA A Comissão Aduaneira da China excluirá alguns produtos agrícolas, incluindo soja e carne suína, das tarifas adicionais sobre produtos norteamericanos, informou o The People's Daily em um twitter, citando fontes oficiais. As informações são da agência Dow Jones. Ontem, os preços da soja subiram mais de 3% na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), impulsionados pelo avanço nas conversas entre China e Estados Unidos. A expectativa é que os chineses voltem a comprar produtos agrícolas americanos. No final da quinta, rumores indicavam que os importadores chineses haviam adquirido cerca de 600 mil toneladas de soja no mercado americano.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,68% no mercado à vista, cotado a R$ 4,0880 para venda, depois de acelerar os ganhos na reta final da sessão com investidores locais em posição de cautela às vésperas de uma semana pesada de agenda de bancos centrais, além do fluxo local em meio ao baixo volume de negócios à véspera do fim de semana. Diante disso, a moeda estrangeira fechou a semana praticamente estável, com ligeira alta de 0,17%. Ao longo do pregão, a moeda exibiu viés lateral, mas passou a subir com a busca dos investidores locais por proteção antes da "importante" agenda de eventos da semana que vem, reforça o analista da Correparti, Ricardo Gomes Filho.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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