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Informativo Diário

23/09/2019

EM DIA DE QUEDA DE CHICAGO E DÓLAR, MERCADO DE SOJA TEM PREÇOS MISTOS E ENCERRA SEMANA EM RITMO LENTO

Na sexta-feira, o mercado interno de soja encerrou a semana pouco agitado nas diferentes praças de negociação do país. Em Chicago, a oleaginosa registrou perdas de até 10,25 pontos nos principais vencimentos. Em relação ao dólar, durante boa parte do dia a divisa operou no campo positivo, mas encerrou com ligeiras perdas. Diante disso, as cotações tiveram oscilações mistas e somente negócios pontuais foram reportados ao longo do dia no país.

RS: os preços tiveram alta e poucos negócios foram reportados. Em Passo Fundo, rumores de aproximadamente 35 mil sacas negociadas ao longo do dia.

PR: dia de queda nas cotações e mercado calmo, sem registro de negócios relevantes ao longo do dia.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão, no farelo e no óleo na sexta-feira. Nas posições spot, as perdas foram de 1,14% no grão, 0,37% no farelo e de 1,77% no óleo.

• Declarações do presidente americano Donald Trump sobre as negociações comerciais entre China e Estados Unidos e a previsão de clima favorável às lavouras do Meio Oeste pressionaram o mercado.

• O clima de otimismo com a retomada das negociações entre as duas principais economias do mundo deu uma arrefecida. Trump deu a entender que um acordo completo com a China poderá demorar a ser fechado.

• O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que quer um acordo comercial completo com a China e que as compras de produtos agrícolas pelo país asiático não são o suficiente, acrescentando que um grande acordo deve levar tempo.


CHINA O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que deseja fazer um acordo completo com a China e não um tratado temporário. Segundo ele, a ideia é acordar todos os assuntos pendentes entre os países, não apenas os comerciais, mas também a proteção de propriedade intelectual. "Poderíamos ter um acordo simples rapidamente, mas prefiro fazer algo grande e completo de uma vez só", afirmou Trump em entrevista coletiva junto ao primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison. O presidente ressaltou que, segundo ele, a China vem sendo a parte que mais sofre com a guerra comercial entre os dois países. "Empresas estão deixando a China porque não querem pagar tarifas, eles estão perdendo emprego, é o pior ano deles", afirmou Trump.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,26% no mercado à vista, cotado a R$ 4,1530 para venda, em dia de forte oscilação chegando a romper o nível de R$ 4,18, em meio ao mau humor de investidores no exterior com os desdobramentos da guerra comercial entre Estados Unidos e China. Em semana importante, recheada de decisões de política monetária como o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), que cortou a taxa de juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa entre 1,75% e 2,00%, além do Banco Central (BC) que reduziu a taxa básica de juros (Selic) de 6,0% para 5,5% ao ano e sinalizar que deverá seguir com o afrouxamento monetário, a moeda estrangeira se valorizou em 1,59%.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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